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O que torna uma música da Copa do Mundo memorável

Hinos de Copas passadas moldam memórias de torcedores, com guitarras marcantes e participação de astros, influenciando futuras canções oficiais

Singers Elyanna and Jessie Reyez perform during the opening ceremony
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  • O hino da Copa é uma tradição que funciona como aperitivo pré-jogo, com músicas marcantes de décadas passadas que ainda são cantadas pelos fãs.
  • Antes de Italia ’90, canções como Put ’Em Under Pressure juntaram letras otimistas e o famoso refrão “olé, olé, olé, olé”, com participação de elementos de guitarra importantes.
  • A vitória e a música brasileiras? Não: foco na Irlanda, onde a música Dearg Doom ganhou destaque com a produção de Larry Mullen Junior, baterista do U2, e trechos com Jack Charlton.
  • A ligação entre país e canções também aparece em Inglaterra e Escócia, com Back Home, de Inglaterra, em 1970, e Easy, Easy, da Escócia, em 1974, coescritas por Phil Coulter e Bill Martin.
  • Histórias de bastidores revelam amizades e encontros entre músicos e jogadores, como Gerry Armstrong com Dana em 1982 e os primeiros demos do U2 com Larry Mullen Junior.

O World Cup segue animando fãs com muito mais que partidas. Músicas-tema e hinos oficiais acompanham o clima de abertura, com artistas de peso já emplacando canções antes de cada torneio. A tradição envolve histórias de bandas, cantores e produtores que ajudam a moldar memórias da competição.

Deste lado, U2 teve participação de alto perfil na anthem oficial da Irlanda para um Mundial na década de 1990, com co-produção do baterista Larry Mullen Jr. Anos antes, a Irlanda precisava de um refrão marcante e opsiou por uma melodia que ganhou vida com guitarras marcantes e participações especiais.

Entre os hinos que marcaram gerações, destacam-se temas com refrões famosos, como um trecho de olé que ficou na lembrança dos torcedores. Histórias de bastidores sobre a gravação revelam como decisões criativas moldaram canções que, até hoje, evocam memórias de festas e jogos.

Origens e trajetórias

O caminho de hinos de Copas passa por colaborações entre músicos e clubes. Em meados dos anos 80, uma canção de um país chegou a figurar com participação de personalidades do ambiente musical, ajudando a ampliar a sua presença pública antes de a seleção disputar o mundial.

A produção dessas faixas frequentemente envolveu produtores renomados e sessões de estúdio realizadas em Dublin, Londres e outras capitais. O objetivo era criar uma trilha que traduzisse a energia do torneio para o público, dentro e fora dos estádios.

Legado e memória

A história dos hinos de Copas é marcada por momentos de curiosidade, como a participação de figuras que já haviam passado por outras fases do futebol e da música. O conjunto de peças musicais permanece identificado como parte da atmosfera de cada edição, independente do resultado em campo.

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