- Travis Barker participou da estreia mundial do documentário Louder Than Fear no Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York, aos 50 anos.
- O baterista disse que não daria conselhos à sua versão mais jovem, porque não o ouviria.
- Ele afirmou que o aprendizado verdadeiro vem da prática, incluindo a experiência de ficar seis meses em um centro de tratamento para queimados.
- O filme, dirigido por Justin Krook e Michael Dwyer, reúne momentos da carreira e da vida pessoal do músico, incluindo o acidente de avião de 2008.
- Barker revelou que o documentário quase não era lançado por seu medo de voar, superado com apoio de Kourtney Kardashian, e que o objetivo é inspirar quem enfrenta dificuldades.
Travis Barker comentou a sua trajetória pessoal e profissional durante a estreia mundial do documentário Travis Barker: Louder Than Fear, no Festival de Cinema de Tribeca, em Nova York. Aos 50 anos, o baterista do Blink-182 abriu sobre o que aprendeu ao longo da carreira e após superar um grave acidente.
O músico afirmou que não daria conselhos para a versão mais jovem de si mesmo, dizendo que não teria ouvido. Ele selou a ideia de que o aprendizado verdadeiro vem da prática e das próprias experiências vividas ao longo dos anos.
Barker mencionou uma série de dificuldades, incluindo a recuperação após o acidente de 2008 e o período em que ficou em um centro de tratamento para queimados. Segundo ele, a teimosia inicial quase impediu a recuperação, mas hoje reconhece o valor dessas lições.
Sobre o documentário
O filme, dirigido por Justin Krook e Michael Dwyer, revisita a ascensão do baterista e os desafios que enfrentou depois do acidente aéreo. Depoimentos de familiares, amigos e profissionais da música ajudam a compor o retrato do homem por trás das tatuagens.
A produção levou mais de uma década para ficar pronta. Barker revelou que o final do projeto dependia de vencer o medo de voar novamente, tema que quase inviabilizou a conclusão. Hoje ele afirma ter enfrentado esse temor.
Apoio da esposa, Kourtney Kardashian, foi decisivo para superar o trauma de voar. O documentário encerra com Barker retomando os voos, segundo o artista, consolidando a ideia de que o que não mata fortalece.
Objetivo e impacto
Barker disse que pretende inspirar jovens músicos e pessoas sem privilégios, ressaltando que nasceu em origem humilde mas sonhou alto. O filme busca transmitir esperança e mostrar que as perdas podem fortalecer quem persiste.
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