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Duas noites de festa são destacadas como espetaculares

Dido e Eneas encerra dois dias de estreia da Escola de Ópera da USP, celebrando sessenta anos da ECA com ampla integração entre música, artes e comunicação

Clotilde Perez – Foto: Arquivo pessoal
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  • A ópera Dido e Eneas, de Henry Purcell, foi encenada pela Escola de Ópera da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em duas noites com duas récitas cada.
  • A apresentação marcou os 60 anos da ECA e envolveu alunos de seis departamentos, além de professores e membros da Escola de Artes Dramáticas.
  • Mais de sessenta bolsistas atuaram nos bastidores e em cena, com apoio de doze professores, destacando qualidade musical, cenografia, iluminação e comunicação.
  • A montagem integrou referências estéticas, recontextualização da obra e colaboração entre as áreas de música, artes cênicas, artes plásticas e comunicação, recebendo plateia em tom de celebração.

Dido e Eneas, ópera de Henry Purcell, foi encenada pela Escola de Ópera da ECA da USP, em duas noites de apresentação. O projeto marcou o 60º aniversário da Escola de Comunicações e Artes. As récitas, em formato duplo, ampliaram o alcance da produção.

A montagem envolveu mais de 60 bolsistas, além de 12 professores, que coordenaram ações entre música, artes cênicas e artes plásticas. O elenco contou com cantores, atores, músicos e uma equipe técnica dedicada, incluindo cenografia e iluminação.

A iniciativa reuniu alunos e docentes de seis departamentos, somados aos colaboradores da Escola de Artes Dramáticas. Ao todo, alunos de Publicidade, Propaganda, Relações Públicas, Jornalismo e Audiovisual participaram ativamente da comunicação e da promoção da ópera.

A encenação destacou a recontextualização da obra, com novas referências internas e externas. A direção musical contou com a Orquestra de Câmara da ECA, que proporcionou um acompanhamento técnico e estético de alto nível.

A apresentação ocorreu no espaço da USP durante a segunda-feira e a terça-feira seguintes, com duas récitas em cada noite. A recepção do público refletiu o empenho pela harmonia entre tradição operística e inovação cênica.

O papel da Ocam e do coletivo

  • A Orquestra de Câmara da ECA foi fundamental para a sonoridade e o deslumbramento visual da montagem.
  • A equipe de Comunicação realizou um trabalho de divulgação coordenado por estudantes de várias áreas, evidenciando a integração entre artes e comunicação.

A direção geral recebeu reconhecimento público, enfatizando o espírito coletivo que sustentou a produção. A equipe relembrou as primeiras reuniões de planejamento, realizadas ainda no fim de 2025, até os momentos que antecederam a estreia.

A Escola de Ópera da ECA consolida, com Dido e Eneas, a sua identidade integrada entre pesquisa, ensino e extensão. A iniciativa reforça a cooperação entre departamentos e reforça a importância da interdisciplinaridade na universidade.

Parabéns aos envolvidos, à comunidade acadêmica e aos apoiadores que fizeram a montagem alcançar o patamar de espetáculo. A realização permanece como marco histórico para a ECA e para a USP.

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