- POPline divulgou o ranking dos dez melhores clipes de 2026 até agora, escolhido pela redação, com foco no que aconteceu, onde e por que cada vídeo se destacou; há ainda uma menção honrosa a Madonna com o filme Confessions II – The Film.
- No topo da lista, Ariana Grande em hate that i made you love me apresenta uma narrativa cinematográfica, com Justin Long, explorando temas como obsessão, culpa e memórias difíceis.
- Olivia Rodrigo em the cure é destacado por o clipe ter visual realista, com a artista como enfermeira que, ao salvar corações partidos, vira ela mesma paciente, reforçando a mensagem da canção.
- Sabrina Carpenter em House Tour é lembrada pela abordagem criativa dentro de uma casa de desconhecidos, com humor, coreografia e cenas que brincam com sensualidade sem perder a tensão.
- Entre os destaques, Desgraça, de Anitta, traz uma atmosfera noturna e referências de religiões de matriz africana, enquanto Stateside (Remix), de PinkPantheress com Zara Larsson, oferece um videoclipe vibrante e multicolorido que remete aos estilos visuais dos anos dois mil.
A redação do POPline avaliou clipes lançados em 2026 e reuniu os dez melhores até o momento, com foco em narrativa visual, conceito e impacto estético. A seleção reflete a diversidade do pop brasileiro e internacional, em meio a mudanças nas paradas e estratégias de lançamento.
A relação privilegia produções que ampliam a obra musical, conectando clipe a álbum ou conceito artístico. O texto abaixo descreve cada título, destacando o que cada produção acrescenta ao repertório do ano.
10) Fruto do Tempo – Luísa Sonza apresenta uma narrativa que amplia o tema do álbum Brutal Paraíso. A história simboliza transformação e encerramento de ciclos, com a atriz enterrando a antiga versão da cantora em cena marcante.
9) CHOOM – BABYMONSTER entrega energia pura com coreografias afiadas. O clipe evidencia dança, gestão de câmera e uma estética dinâmica que reforça a força da nova geração do K-Pop.
8) O Chá – Gloria Groove retorna com visual completo após uma década na música. O clipe dialoga com o universo de trabalhos anteriores, com cenários, figurinos e coreografias que reforçam o humor e a persona da artista.
7) Runway – Lady Gaga e Doechii mudam o tom para uma referência fashion e teatral. A união de ícones resulta em uma produção de alto impacto, alinhada ao conceito do filme que inspira a faixa.
6) Dance No More – Harry Styles apresenta uma performance com dança e estética sensual. A produção gerou debates sobre queer baiting, mas mantém a leitura artística como foco do clipe.
5) Stateside (Remix) – PinkPantheress com Zara Larsson trazem um videoclipe multicolorido que remete aos anos 2000. A parceria exibe looks, coreografias e edições chamativas em uma estética maximalista.
4) Desgraça – Anitta revela um visual sombrio com referências de um terreiro. O clipe, do álbum Equilibrivm, combina atmosfera de mistério, figurino marcante e uma coreografia bem conduzida.
3) House Tour – Sabrina Carpenter com Margareth Qualley e Madelyn Cline protagonizam uma invasão da casa de alguém, explorando sensualidade e humor em tom ousado. A narrativa culmina em uma perseguição leve.
2) the cure – Olivia Rodrigo entrega um clipe realista de enfermaria. A história mostra a dor de amores não curados, com virada poética que reforça a mensagem da música.
1) hate that i made you love me – Ariana Grande lança um clipe cinematográfico, dirigido por Christian Breslauer, com Justin Long no centro da narrativa. O enredo transmite suspense, obsessão e memórias difíceis de apagar, ampliando o significado da canção.
Menção honrosa: Confessions II – The Film de Madonna. O curta de cerca de 14 minutos, exibido primeiro em Tribeca, reúne seis músicas novas e participações especiais, estabelecendo um marco audiovisual para a artista.
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