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Rolling Stone classifica 10 álbuns de Justin Bieber do pior ao melhor

Ranqueando a partir da era teen, a lista revela a evolução artística de Bieber e o peso da fama na sua trajetória

Foto: Nicky Loh/Getty Images / Rolling Stone Brasil
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  • A Rolling Stone Brasil ranqueou os dez álbuns de Justin Bieber do pior ao melhor, mostrando o amadurecimento do artista ao longo dos anos.
  • 10. Under the Mistletoe (2011) fecha a lista; é um álbum natalino visto como desvio criativo, com faixas como “Mistletoe” e parceria com Mariah Carey.
  • 5. Changes (2020) é o disco mais pessoal e polarizador, com tom de R&B minimalista e faixas como “Intentions”, gerando divisões na crítica.
  • 2. Journals (2013) é descrito como obra-prima injustiçada, um álbum de R&B que flerta com soul e hoje é reconhecido pela qualidade.
  • 1. Purpose (2015) ocupa o topo, transformando Bieber em artista respeitado com hits como “What Do You Mean?”, “Sorry” e uma abordagem emocional mais madura.

A Rolling Stone Brasil ranqueou os 10 álbuns de Justin Bieber, do menos essencial ao indispensável, oferecendo uma leitura de evolução do artista ao longo dos anos. A lista acompanha desde o início teen até trabalhos mais maduros. A reportagem destaca momentos de crise pública, redenção criativa e mudanças de estilo.

A posição 10 é *Under the Mistletoe* (2011), o único álbum natalino. O disco é visto como desvio de rota, com faíscas de canções como Mistletoe, mas não expressa a busca artística de Bieber naquele momento.

Swag II e Justice marcam transição recente

Em 9 vem *My World 2.0* (2010), marcado pelo fenômeno global adolescente e pela faixa Baby, cuja iconicidade definiu a imagem de Bieber na época. O conjunto, porém, não sustenta o peso do hit central.

8 fica *My World EP* (2009), que estreou Bieber ao mundo ao colocar várias faixas na Billboard Hot 100 e apresentar o belo duplo impulso inicial da carreira. Foi essencial como cartão de visitas, sem prometer o que viria depois.

7 aparece com *Swag II* (2025), complemento do projeto anterior. As 23 faixas adicionais ampliam o universo lo‑fi e intimista, com participações relevantes, mas diluem o impacto do original ao oferecer mais do mesmo.

6 é *Justice* (2021), disco que busca redenção do período anterior. Mistura afrobeats, pop eletrônico e R&B, gerando hits como Peaches e Ghost, mas é criticado por usar discursos públicos de MLK Jr. de forma forçada.

5 fica *Changes* (2020), marcado pela lógica de amor adulto e por um R&B minimalista. Apesar de algumas faixas fortes, o conjunto divide opiniões pela escolha de evitar hits óbvios em favor da coerência emocional.

Diversificação de estilos marca o meio da lista

4 recebe *Swag* (2025), álbum que marca controle criativo total e propõe um lo‑fi íntimo. O resultado é um Bieber mais livre para errar, com fontes criativas como Mk.gee e Dijon.

3 fica *Believe* (2012), que mostra Bieber saindo do status de prodígio. Com produção de grandes nomes, mergulha no R&B e EDM, abrindo caminho para novas fases da carreira, apesar de alguns excessos da época.

2 é *Journals* (2013), álbum de R&B considerado injustiçado na época de lançamento. Em meio a turbulências, entrega referências a Michael Jackson e soul, com faixas que hoje são reconhecidas como referência do período.

1, no topo, é *Purpose* (2015). O álbum transforma Bieber em artista respeitado, com pop eletrônico profundo e temas emocionais, incluindo sucessos como What Do You Mean? e Sorry, além de momentos mais despojados que ajudam a sustentar a obra.

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