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Crítica: Myles Smith é genérico, com influências de Mumford & Sons

Myles Smith apresenta álbum que remete fortemente a Mumford & Sons, Coldplay e Ed Sheeran, com composições formulaicas e pouca originalidade

He set out his musical stall early on … Myles Smith.
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  • Myles Smith lança o álbum My Mess, My Heart, My Life, mantendo forte influência de Mumford & Sons, Coldplay e Ed Sheeran.
  • Crítico aponta que o som é emocionante em trechos, mas pouco original, com referências explícitas aos artistas mencionados.
  • Sucesso de Smith inclui Stargazing, platinum em 16 países, e Nice to Meet You, também platinum; A Minute, a Moment vendeu meio milhão de cópias apenas nos EUA.
  • Músicas como Dying Days, Heaven e Hold Me in the Dark destacam arranjos vocais de coro e a estética de arena; Dublin Lights é coescrita por Ed Sheeran.
  • A crítica sugere que o artista ainda não se desprendeu de influências para apresentar algo inteiramente próprio.

Myles Smith, vencedor do Brits Rising Star 2025, lança o álbum My Mess, My Heart, My Life, que chega com uma proposta de pop folk marcada por referências claras a Mumford & Sons, Coldplay e Ed Sheeran. O material chega após o sucesso de Stargazing, que atingiu platina em 16 países, e após o EP A Minute, a Moment, de 2025, que vendeu meio milhão de cópias apenas nos EUA. A obra atual reforça esse DNA de inspirações fortes e de apelo para grandes corais.

O led por cento da crítica aponta que Smith mantém uma sonoridade de batidas pesadas e refrães de coro, características associadas aos seus clássicos de estreia. A produção utiliza timbres amplos e ambientes de arena, com trechos que lembram quedas e elevações dramáticas típicas de shows grandiosos. A abordagem lírica segue pela linha do passado recente, com temas de vida pessoal, família e superação.

Entre as faixas, Dying Days e Heaven surgem como melodias mais cativantes, ainda que a memória dos artistas citados esteja continuamente presente. Em Hold Me in the Dark, o cantor entrega um refrão sólido que funciona como carro-chefe de uma performance ao vivo. Em contrastes, My Mess e Sertraline exploram questões de trauma e depressão, adicionando camadas mais íntimas à discografia.

Influências e recepção crítica

A crítica ressalta o uso persistente de elementos de Mumford & Sons, incluindo ritmos de baixo e percussão marcante, bem como a repetição de ganchos vocais do tipo woah-oh. A energia de palco e a sensação de arena costumam acompanhar o vocal de Smith, com ecos de Coldplay na ambiência sonora. Parte das composições é coassinada por Ed Sheeran, o que gera paralelos e distinções com canções como Galway Girl, presente na memória de público. Ainda que o álbum apresente essas referências, a avaliação aponta que há momentos em que Smith se aproxima de temas mais pessoais, destacando Grandma’s Place pela riqueza de detalhes.

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