- Max Cavalera relembra a ousadia de Chaos A.D., lançado em 1993, e a mudança de rumo do Sepultura.
- Segundo ele, a banda decidiu não repetir a fórmula de Arise (1991) e explorar novos caminhos sonoros.
- A transição ganhou força ao longo do tempo e culminou, anos depois, em Roots (1996).
- A entrevista foi ao programa Mystic Festival, onde Max comenta a criação do álbum e a atual turnê em que toca Chaos A.D. na íntegra ao lado do irmão Iggor Cavalera.
- O período de gravação foi visto como necessidade de romper com as expectativas do sucesso anterior, segundo o vocalista e guitarrista.
Max Cavalera relembra a ousadia de Chaos A.D. e a mudança de rumo do Sepultura. O ex-integrante explica como a banda optou por não repetir a fórmula de Arise (1991) e decidiu explorar novos caminhos sonoros. O assunto foi comentado durante entrevista recente.
A ideia central, segundo Cavalera, foi romper com as expectativas geradas pelo sucesso do álbum anterior. Chaos A.D., lançado em 1993, marcou o ponto de partida para uma transição que culminaria em Roots (1996). A decisão ocorreu no período de criação do disco.
No atual ciclo de shows, Max executa o álbum Chaos A.D. na íntegra ao lado do irmão Iggor Cavalera. A turnê destaca a revisita ao repertório histórico, com a banda apresentando as faixas em performances que reforçam a leitura de mudança sonora defendida naquela época.
Esses relatos aparecem em entrevista ao Mystic Festival, consolidando a visão de que a escolha estética de Chaos A.D. foi estratégica para ampliar a presença internacional do Sepultura. O que motivou a mudança foi a busca por novas possibilidades musicais.
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