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Keith Richards, 82, bisavô, comenta vida e duelo com Mick Jagger

Keith Richards, aos 82, torna-se bisavô enquanto os Rolling Stones lançam novo álbum; ele defende métodos tradicionais e critica a IA

‘You suddenly turn around and say: “Christ, I’m 82.” It’s a long thing to look back on’ … Keith Richards.
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  • Keith Richards, de 82 anos, tornou-se bisavô pela primeira vez: a neta Luna Richards-Von Bismarck nasceu recentemente.
  • O guitarrista diz que está “escutando o corpo” para manter a longevidade, parou de fumar há seis anos e reduz bebidas; ele admite uso de maconha.
  • O Rolling Stones lançam o álbum Foreign Tongues, produzido por Andrew Watt; algumas faixas foram gravadas durante um mês em Londres, impulsionadas pela continuidade da parceria com Mick Jagger.
  • O disco mescla sons contemporâneos e clássicos, incluindo uma versão de Beautiful Delilah de Chuck Berry e a participação de Robert Smith; algumas canções remontam a demos antigas.
  • Richards afirma que houve menos “jousting” com Jagger recentemente e critica a tecnologia e a IA, defendendo métodos tradicionais; não descarta o futuro da banda, mas não promete novo projeto.

Keith Richards, dos Rolling Stones, revelou ter se tornado bisavô recentemente, durante ligação de vídeo. Em tom descontraído, ele celebrou a chegada do neto-neto Luna Richards-Von Bismarck e comentou a alegria de ser avô e bisavô ao mesmo tempo.

O músico, que completou 82 anos, também falou sobre a vida longe de excessos. Contou que parou de fumar há seis anos, moderou o consumo de álcool e admite manter hábitos simples no dia a dia, como evitar excessos tecnológicos.

Simultaneamente, os Stones divulgam o 25º disco da banda, Foreign Tongues. O trabalho foi produzido por Andrew Watt, de 35 anos, e inclui desde covers até faixas originais gravadas em Londres. Richards ressaltou a convivência criativa com Watt.

Novo disco e relação com Mick Jagger

O álbum mescla influências do passado com sonoridades contemporâneas. Em entrevistas, Richards descreveu a parceria com Jagger como mais estável e menos confrontativa do que no passado, creditando a maturidade à idade dos dois.

Richards destacou a importância de Watt como impulso criativo, elogiando a técnica e a postura prática do produtor. Sobre tecnologia e IA, afirmou preferir “os velhos caminhos” e demonstrou ceticismo em relação às novidades digitais no processo musical.

O guitarrista relembrou a influência de Chuck Berry, que o inspirou desde os primeiros dias de carreira, e citou a satisfação de encerrar o álbum com a faixa Beautiful Delilah, em formato mais próximo ao blues tradicional.

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