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Morgan Freeman grava disco de blues com Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland

Morgan Freeman lança álbum de blues com Taj Mahal, Keb' Mo' e Shemekia Copeland, gravado em Royal Studios e Abbey Road, com lançamento quinta e turnê de três datas

Foto: Leon Bennett/Getty Images / Rolling Stone Brasil
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  • Morgan Freeman lançou o álbum de blues Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience, com participação de Taj Mahal, Keb’ Mo’, Shemekia Copeland e outros, com 12 faixas disponíveis nas plataformas a partir de quinta-feira, 7.
  • A faixa de estreia já divulgada é Death Letter Blues, parceria de Taj Mahal, gravada em sinfonia, com ritmo gravado entre Royal Studios e Abbey Road; o lançamento ocorre próximo ao Juneteenth.
  • O produtor Eric Meier ressalta a conexão do álbum com o Juneteenth, destacando que Death Letter Blues é uma das peças mais cruas do cancioneiro americano e ganhou uma leitura com orquestra.
  • A divulgação inclui uma turnê de três shows para promover o disco: começando em Houston, em quinta-feira, 7; seguindo para Memphis, em sexta-feira, 26; e encerrando em Gulfport, Mississippi, em sexta-feira, 17.
  • Freeman não abandona seus projetos principais: ele continua no papel do secretário de Estado na série Lioness, e narra a série documental The Dinosaurs.

Morgan Freeman lança um álbum de blues com participações de Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland, intitulado Morgan Freeman’s Symphonic Blues Experience. O projeto reúne 12 faixas que percorrem cem anos de blues e chega às plataformas em 7 de junho, com lançamento anunciado em momento simbólico.

O disco traz colaborações de Taj Mahal, Keb’ Mo’ e Shemekia Copeland, entre outros nomes. As gravações ocorreram entre o Royal Studios e o Abbey Road, criando uma fusão entre tradições do Delta e arranjos orquestrais.

A divulgação coincide com o Juneteenth, data associada à libertação de escravos nos EUA. O produtor Eric Meier ressaltou a importância histórica da faixa Death Letter Blues, interpretada por Taj Mahal com a sinfonia por trás.

Lançamento, turnê e contexto

Uma turnê de três datas foi marcada para apoiar o álbum: Houston, Memphis e Gulfport, respectivamente.

Freeman continua com seus projetos na televisão, mantendo o papel de secretário de Estado na série Lioness, além de narrar a série documental The Dinosaurs da Netflix.

Faixas de destaque e elenco participante

1. Dark Was the Night, Cold Was the Ground — Morgan Freeman, feat. Keith Johnson

2. Crossroads — Super Chikan

3. Death Letter Blues — Taj Mahal

4. Dust My Broom — Lady Adrena

5. The Thrill Is Gone — Alvin Youngblood Hart

6. Cadillac Assembly Line — Keb Mo

7. Somebody’s Knockin — Anthony Big A Sherrod

8. Traveling Riverside Blues — Shemekia Copeland

9. I’ll Take You There — Tierinii Jackson, Coraldo do Stax Music Academy Choir

10. Love Me or Leave Me — Anthony Big A Sherrod

11. Someday — Anthony Big A Sherrod

12. I Lied To You — Keith Johnson

Sobre o conteúdo e a origem

O álbum reflete uma trajetória de cem anos do blues, com obras originais e leituras de clássicos. A proposta é unir tradição e orquestração contemporânea, mantendo o foco na autenticidade do gênero. As gravações aconteceram em espaços históricos da música, reforçando o conceito de symphonic blues.

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