- Anitta e Lisa, com Rema, dominaram a abertura da Copa, gerando engajamento massivo nas redes e surpreendendo até Casimiro.
- Shakira alavancou o Spotify após a cerimônia, enquanto Alanis Morissette viralizou e Katy Perry abriu o torneio; Tyla, Alessia Cara e Belinda também tiveram participações de destaque.
- Madonna está confirmada na final, com bastidores de produção intensos e críticas técnicas para garantir uma apresentação altamente apurada.
- WAGs e criadoras de conteúdo ganham espaço nos bastidores: Karoline Lima vira repórter da Rede Ronaldo e Virgínia Fonseca comanda conteúdos no Domingão com Huck.
- O Brasil sediará a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, de 24 de junho a 25 de julho, com 32 seleções e 64 partidas.
A Copa do Mundo de 2026, além das partidas em campo, começa a ser marcada por uma presença feminina intensa nos bastidores, nas listas de reprodução e nas redes. Mulheres lideram shows, contribuem para os charts globais e moldam a narrativa midiática do torneio.
Anitta, Lisa e Shakira vieram do palco para o centro das atenções do mundial, impulsionando a cultura pop ao redor do evento. Madonna entra como peça central da final, em meio a uma série de conteúdos e performances que destacam o papel das artistas femininas no entretenimento ligado ao futebol.
O fenômeno destaca o que acontece nos bastidores: a abertura contou com Anitta em parceria com Lisa e o nigeriano Rema, elevando o tom do evento. A repercussão foi rápida nas redes e entre fãs de K-pop, funk e pop, gerando engajamento recorde.
Shakira ganhou destaque imediato nas paradas de streaming com a música apresentada na cerimônia de abertura, mantendo-se entre as cinco maiores artistas femininas no plataformas globais. Paralelamente, Alanis Morissette teve performance viral ao cantar o hino do Canadá, enquanto Katy Perry abriu o torneio com uma apresentação no SoFi Stadium.
Outras artistas também contribuíram para o impulso musical da Copa, como Tyla, Alessia Cara e Belinda, que mostraram energia e presença de palco desde o início do torneio. Esses destaques refletem a expansão do futebol para o maior palco do entretenimento mundial.
Nos bastidores da final, Madonna figura como uma presença-chave, supervisionando cada detalhe técnico para a apresentação de encerramento. A cantora prepara a divulgação de CONFESSIONS II e busca garantir uma performance impecável no maior jogo do ano.
Além da música, o papel das WAGs e de criadoras de conteúdo amplia o alcance do evento. Karoline Lima e Virgínia Fonseca aparecem como exemplos de influência que cruzam esporte, televisão e plataformas digitais, ampliando a cobertura extracampo da Copa.
Entre as mudanças de cenário, surgem debates sobre o tratamento de gênero na imprensa e nos esportes. Renata Silveira tornou-se referência ao narrar uma Copa masculina na TV aberta, enquanto Ana Thaís Matos é reconhecida por cobertura técnica e análises. O tema permanece em discussão, com respostas públicas de jornalistas e comentaristas.
No espaço das plataformas digitais, CazéTV e GE TV aparecem como pilares da cobertura, contando com equipes diversas e amplas. Em meio a críticas e elogios, o jornalismo feminino segue ampliando espaço nas transmissões, nas ruas e nos estúdios.
Como destino da próxima edição, o Brasil recebe a Copa do Mundo de Futebol Feminino da FIFA em 2027, de 24 de junho a 25 de julho. A competição reunirá 32 seleções em 64 partidas, fortalecendo a presença feminina no maior torneio do futebol mundial.
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