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Mundo aliviado

Bumba meu Boi do Maranhão é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2019, com entrega oficial em agosto de 2025

. - (crédito: Maurenilson/CB)
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  • O Bumba meu Boi é celebrado no Maranhão durante o mês de junho, especialmente nas festas de São João em São Luís.
  • Em dezembro de 2019, a Unesco reconheceu o Bumba meu Boi do Maranhão como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, com entrega oficial em agosto de 2025.
  • A tradição reúne cantadores, bois de couro, catirinas, caboclos de paus de fita e outras expressões, incorporadas ao longo dos séculos com influências de povos como os açorianos.
  • O reconhecimento fortalece o Maranhão como a “pátria brasileira” do Bumba meu Boi, destacando a riqueza musical, os instrumentos e as diferentes apresentações.
  • A celebração busca transformar tristezas em alegria, mantendo vivas as festas com fogos, fogueiras e brincadeiras do Bumba meu Boi durante o São João.

Em junho, mês de celebração do Bumba meu Boi, a tradição maranhense ganha destaque como símbolo da alegria popular. O texto aborda a força cultural da manifestação durante as festas de São João, em São Luís.

A narrativa lembra a cidade como Ilha do Amor, destacando a mistura de raízes históricas com a resistência de diferentes povos. O Bumba meu Boi é apresentado como expressão de identidade, música, dança e fantasia.

A trajetória do Boi no Maranhão é traçada desde a chegada dos açorianos, que contribuíram para a formação de uma cultura única. O texto afirma que o boi ganhou formas próprias no Brasil ao longo dos séculos.

Reconhecimento internacional

Em dezembro de 2019 o Bumba meu Boi do Maranhão foi reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, com entrega oficial ocorrida em agosto de 2025. O título reforça a posição do Maranhão como berço da manifestação.

Segundo a publicação, o estado preserva riqueza musical, cantos, fantasias, instrumentos e várias formas de apresentação, incluindo os cordões, trazidos por maranhenses treinados no auto e no ritmo.

São João e a memória

A obra celebra o São João maranhense como palco de folguedos, onde o Tambor de Crioula, as catirinas e os bois ganham espaço junto aos fogos, danças e brincadeiras tradicionais. A narrativa relaciona memória e celebração.

O texto lembra ainda as noites de Boi da Maioba e a participação de diversas figuras populares, destacando o papel das matracas e dos pandeiros na dimensão do boi.

Mensagem central

Entre fogos e festas, a alegria é apresentada como substituto para a guerra, citando a mensagem histórica de paz durante períodos de conflito. A conclusão reforça o desejo de que junho seja dedicado à alegria popular.

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