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Pedro Prado grava novo single em fita analógica, aposta no imprevisível

Pedro Prado grava single ao vivo em fita analógica, sem edições, inaugurando nova fase e defendendo a técnica artesanal em tempos de IA na música

Pedro Prado aposta no imprevisível e grava novo single direto em fita analógica
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  • Pedro Prado lança o single Insegurança, gravado ao vivo em rolo de fita analógica, sem edições.
  • O lançamento é pelo selo Urutu Discos, com distribuição da Algohits, marcando o início da produção do primeiro álbum completo.
  • A gravação ocorreu no Estúdio Urutu, em São Paulo, sob direção técnica de Otávio Cintra, que cuidou de captação, mixagem e masterização.
  • A faixa transita entre folk rock clássico e influências brasileiras, resultando em um Country Folk melancólico e com humor sutil.
  • A novidade vem acompanhada de um videoclipe dos bastidores, com Pedro Prado assinando a identidade visual; o projeto indica um novo capítulo na carreira.

Pedro Prado lança um single gravado ao vivo em fita analógica, em uma aposta pelo imprevisível em plena era da IA na música. O single Insegurança chega sob o sello Urutu Discos, com distribuição da Algohits, marcando o início do processo do primeiro álbum do artista.

O projeto foi registrado no Estúdio Urutu, em São Paulo, onde Prado atua como artista residente. A canção aborda crises de relacionamento e inseguranças, enquanto a sonoridade valoriza a performance de uma banda tocando sem edições posteriores.

A escolha pela gravação analógica não é apenas estética: o método reforça a mensagem da faixa, segundo o próprio Prado, que ressalta a pressão pela perfeição na era digital e a necessidade de confiança na entrega ao vivo. O processo é dirigido pelo produtor Otávio Cintra.

Gravação sem edições e visão do produtor

Otávio Cintra assume a direção técnica, captação, mixagem e masterização, além de tocar baixo. Para ele, a fita magnética impõe uma entrega mais autêntica, com menos possibilidade de correção durante a tomada.

O registro analógico é visto como contraponto à automatização, segundo Vicente Barroso, produtor executivo. Barroso destaca que preservar técnicas antigas também tem valor cultural, mesmo diante do avanço tecnológico.

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