- O baixo Fender Precision da capa de London Calling, do The Clash, que ficou marcado pela destruição de Paul Simonon em Nova York em 20 de setembro de 1979, deixará o Rock and Roll Hall of Fame para ganhar exposição no recém‑inaugurado Museu de Londres em Smithfield Market.
- O museu em construção deve abrir em 28 de novembro e buscar consolidar a identidade cultural de Londres, conectando passado e presente na revitalização do espaço.
- Além do baixo, a coleção inclui as tablas de Kuljit Bhamra, o colete de execução do Rei Charles I, a obra Banksy Piranhas e fragmentos do Whitechapel Fatberg.
- O novo espaço pretende promover música e cultura, com o clube Fabric encarregado de curar e sediar festas mensais regulares.
- A imagem da capa, registrada pela fotógrafa Pennie Smith, tornou o momento icônico na história do rock, reforçando o significado cultural do objeto para a narrativa da rebeldia musical.
O baixo Fender Precision, símbolo da fúria de Paul Simonon na capa de London Calling, deixará o Rock and Roll Hall of Fame e voltará ao Reino Unido para ganhar destaque no novo Museu de Londres. A peça marca um retorno histórico ao cenário britânico.
O museu fica no Smithfield Market, em Londres, e tem inauguração prevista para 28 de novembro. A proposta é revitalizar o prédio milenar e conectá-lo à vida cultural da cidade, com foco na música e na memória da era punk.
A peça nasceu da frustração de Simonon com seguranças que impediam a plateia de se levantar durante um show no The Palladium, em Nova York, em 20 de setembro de 1979. A foto que a mostra na capa da banda ficou famosa mundialmente.
A imagem eternizou o ato iconoclasta e hoje impulsiona a exibição no museu. O retorno do baixo ao Reino Unido reforça a identidade cultural do espaço recém-inaugurado.
Coleção e foco cultural
Além do baixo, a coleção inclui itens variados, como as tablas de Kuljit Bhamra, o colete de execução do Rei Charles I, a obra Piranhas de Banksy e fragmentos do Whitechapel Fatberg. A curadoria prioriza diversidade histórica.
O projeto também prevê programação musical regular, com o clube Fabric atuando na curadoria de festas mensais. A iniciativa busca transformar o espaço em um polo cultural ativo, além de expor artefatos históricos.
A chegada do baixo de Simonon eleva o simbolismo da rebeldia a um patamar de referência cultural. A exposição pretende conectar passado e presente da música e da vida urbana londrina.
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