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Ópera inspirada pela Guerra Civil Espanhola estreia no Teatro Nacional

Ópera inspirada na Guerra Civil espanhola estreia no Teatro Nacional, com montagem da Iboc e participação da Orquestra Filarmônica de Brasília

A Orquestra Filarmôrnica de Brasília participa da montagem de Por quem os sinos dobram - (crédito: Bruno Cavalcanti)
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  • A ópera Por quem os sinos dobram, de Ernest Hemingway, estreia neste domingo na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, e fica em cartaz até 28 de junho.
  • A montagem é realizada pela International Brazilian Opera Company, em colaboração com a Orquestra Filarmônica de Brasília, com música de Brian Wilbur Grundstrom e libreto de David M. Dorsen.
  • A obra retrata três dias na vida de Robert Jordan, um professor norte‑americano que luta na Guerra Civil espanhola ao lado do governo, ao lado de guerrilheiros como Pablo, Maria e Pilar.
  • O elenco mistura quatro dançarinos (dois homens e duas mulheres) com sete cantores, usando a dança para ampliar sentimentos de romance, medo e conflito durante a narrativa.
  • Os ingressos começam em R$ 20 (meia-entrada) e podem ser adquiridos no Sympla; o projeto é apresentado como parte da chamada “ópera nova” da Iboc.

A ópera Por quem os sinos dobram, adaptação de Ernest Hemingway, estreia no Teatro Nacional Cláudio Santoro, na Sala Martins Pena. A montagem é da International Brazilian Opera Company, com apoio da Orquestra Filarmônica de Brasília e direção de palco de Eliana Carneiro.

A peça acompanha Robert Jordan, professor universitário americano que luta na Guerra Civil espanhola ao lado do governo democrático. A missão dele é dinamitar uma ponte, enquanto enfrenta ataques e convive com um grupo de guerrilheiros formado por Pablo, Maria e Pilar.

A produção reúne música de Brian Wilbur Grundstrom, libreto de David M. Dorsen, desenvolvimento artístico de João MacDowell e tem temporada até 28 de junho. Ingressos variam a partir de R$ 20 e já estão à venda no Sympla.

Ópera Nova

Eliana afirma que a narrativa universal transcende períodos históricos, conectando-se com temas atuais. A montagem envolve quatro dançarinos — dois homens e duas mulheres — que ampliam o lirismo e ajudam a compor cenas de amor, conflito e guerra.

Os bailarinos, vindos de forma não tradicional do balé, participam de adereços e cenografia, além de auxiliar nas cenas de batalha. O elenco equilibra movimento, cenografia e canto para transmitir o peso emocional da obra.

Para entender o roteiro de 90 páginas, o grupo adapta figurinos que chegam a pesar dois quilos. A dança expressa sentimentos que as palavras não alcançam, segundo os intérpretes.

Nos dias de apresentação, o público poderá conferir a estreia no domingo, com sessões em 20, 21, 25, 26, 27 e 28 de junho, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. Ingressos a partir de R$ 20 para meia-entrada.

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