- Culture Wars acumula 66 milhões de streams antes do lançamento do álbum de estreia, Don’t Speak, e já tem turnês esgotadas, com o Brasil nos planos de sua expansão.
- Em entrevista ao ROCKline, o vocalista Alex Dugan comenta a pressão do sucesso precoce e afirma que a banda compõe para si mesma, mantendo o foco criativo.
- A faixa Typical Ways quase foi descartada, tendo sido escrita originalmente em 2019 e reescrita várias vezes ao longo de quase quatro anos.
- A música ganhou força após ser testada em shows globais, abrindo para The Cult no Canadá, LANY na Ásia e Maroon 5 em arenas, o que ajudou a definir o álbum.
- A banda aposta em sonoridade analógica com influências de 1980 e 1990, contando com a participação de Jerry Ordonez na engenharia de som.
O Culture Wars, trio indie conhecido por sonoridade analógica, está mantendo fôlego de público sem depender de fórmulas online. Mesmo sem o álbum de estreia, Dont Speak, lançado oficialmente, a banda acumula 66 milhões de streams e turnês esgotadas. A revelação veio durante entrevista ao ROCKline e ao Portal POPline.
Alex Dugan, vocalista, comentou sobre a pressão do sucesso precoce e a escolha de manter o foco na essência da banda. Segundo ele, o grupo compõe para si e só lança álbum quando há demanda real do público. A postura evita prisões criativas e busca manter a autenticidade.
A faixa Typical Ways, descrita como uma carta ao eu do passado, ganhou avaliação especial. A canção chegou a quase ser descartada, mas foi mantida após testá-la em turnês. Em Canada, Asia e arenas globais, a reformulação da letra e a performance ao vivo convenceram a banda de seguir com a faixa no álbum.
A produção contou com a participação de Jerry Ordonez, profissional com trabalhos para Foo Fighters e Bon Iver, reforçando a linha de som analógico. Dugan afirmou que a música processada e a IA não substituem o trabalho manual e a gravação tradicional.
A agenda da banda aponta expansão internacional. Ao fim da entrevista, Dugan informou que a turnê atual deve seguir por bastante tempo e que a América Latina, incluindo o Brasil, está nos planos de shows futuros. Os fãs brasileiros aguardam datas oficiais.
Fonte: POPline, base da entrevista publicada sobre o Culture Wars e o público sul-americano.
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