Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tarantino divulga lista dos 10 melhores álbuns de todos os tempos

Tarantino revela, em lista de 1997, seus dez álbuns favoritos, destacando influências musicais que moldaram seu cinema

O diretor Quentin Tarantino em 2025
0:00
Carregando...
0:00
  • Tarantino revelou, em lista publicada originalmente pela revista Uncut Take 1, em maio de 1997, seus top discos favoritos.
  • 1. Blood On The Tracks (1975), Bob Dylan — álbum favorito; marcado pela transformação na obra do Dylan e pela “obra-prima” da segunda fase.
  • 2. Tangled Up In Blue (1975), Bob Dylan — canção do mesmo álbum, destacada pela ambiguidade lírica e pela leitura que muda conforme o ouvinte.
  • 3. Band Of Gold (1970), Freda Payne — aposta pela produção, sonoridade pop/R&B e pela voz da interprete.
  • 4. The Sun Sessions (1976), Elvis Presley — coletânea considerada expressão pura de Elvis; amor pelo artista supera a fase de Las Vegas.
  • 5. I Ain’t Marching Anymore (1965), Phil Ochs — álbum de protesto/folk; destacado pela capacidade de combinar poesia e crítica social com impacto emocional.

Quentin Tarantino revelou, em 1997, os álbuns e trilhas sonoras que mais tocaram seu coração. A lista original foi publicada pela revista Uncut Take 1 e ganhou nova circulação nas redes. O cineasta traz uma seleção que mistura rock, folk e trilhas de cinema, refletindo sua relação com a música ao longo da vida.

Entre os favoritos, o disco Blood On The Tracks de Bob Dylan ocupa o topo do ranking, com Tarantino destacando a passagem do rockabilly para o folk e a obra-prima que ele identifica no álbum. A segunda posição fica com Tangled Up In Blue, faixa do mesmo Dylan, reconhecida pela ambiguidade lírica que permite várias leituras.

A influência de Freda Payne e Elvis

Em terceiro, Band Of Gold de Freda Payne encanta pela mistura de produção pop/R&B com voz marcante, gerando uma energia que o diretor associa a sensações fortes. A quarta posição fica com The Sun Sessions de Elvis Presley, lembrando a importância da voz pura do artista para Tarantino, especialmente para quem cresceu admirando o rei do rock.

Philosofia musical e protesto

Entre os álbuns de protesto, I Ain’t Marching Anymore de Phil Ochs aparece em quinto lugar, com Tarantino elogiando a habilidade do músico de combinar humor e crítica social. Em sexto, The Highwayman, também de Ochs, é citado pela interpretação vocal que o tocou profundamente.

Trilhas de cinema que marcaram

A lista reserva espaço para trilhas de cinema: The Great Escape, de Elmer Bernstein, ocupa a sétima posição e é elogiada pela capacidade de transportar o filme para a cabeça do ouvinte. Em oitavo surge Sisters, trilha de Bernard Herrmann para o filme Irmãs Diabólicas, destacada pelo clima de suspense que provoca.

Em nono, Under Fire, de Jerry Goldsmith, recebe reconhecimento pela força do tema principal, comparado a composições de Morricone, ainda que erre ao não abrir o filme com ele. Por fim, a trilha de Vingança, de Jack Nitzsche, completa o top 10, valorizada pela exuberância e elegância que funciona mesmo fora do contexto do filme.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais