- Bruce Dickinson disse à Metal Hammer que o Guns N’ Roses foi a melhor atração de abertura já vista pelo Iron Maiden, especialmente nos Estados Unidos durante a turnê Seventh Son of a Seventh Son (1988).
- O Guns N’ Roses abriu 14 shows para o Iron Maiden na perna norte‑americana da turnê, quando o Appetite for Destruction já ganhava repercussão.
- Perto do fim do período, o single “Sweet Child O’ Mine” chegou ao 1º lugar nas paradas americanas em outubro, elevando a popularidade da banda.
- O baixista Steve Harris comentou o lado ingrato de abrir shows para o Iron Maiden, ressaltando que o público é fiel e pode sentir o medo no palco.
- Axl Rose, nos bastidores do Monsters of Rock 1988, afirmou que não via semelhanças entre as bandas e criticou quem tenta enquadrá-las como rock and roll, chamando a devida diferença de “organização política”.
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, afirmou em entrevista à Metal Hammer que o melhor grupo de abertura da banda foi o Guns N’ Roses, na leva de shows nos EUA durante a turnê Seventh Tour of a Seventh Tour (1988). A avaliação destaca a ascendência do Guns após o lançamento do seu álbum de estreia, com energia intensa e atitude combativa. O contexto foi a fase em que o Maiden passava por um momento mais progressivo.
O Guns N’ Roses abriu 14 apresentações na perna norte-americana da turnê, iniciada em 1988. O grupo havia lançado Appetite for Destruction em 1987, e o disco ganhava força nas paradas dos EUA, com a ascensão de singles que impulsionaram a gravadora. O verniz de novidade coincidiu com a rotina de abertura, marcando destaque da banda.
Steve Harris, baixista do Iron Maiden, ponderou sobre a dificuldade de se apresentar diante de um público tão fiel. Segundo ele, o público costuma demonstrar impaciência com quem entra como abertura, exigindo entrega total desde o início. Essa percepção reforça a pressão típica dos shows em grandes arenas.
Perspectivas distintas
Em bastidores do Monsters of Rock 1988, Axl Rose comentou, de forma substantiva, que via diferenças entre as bandas. Segundo ele, o Guns N’ Roses e o Iron Maiden seguiam caminhos distintos, com propostas que não se cruzavam plenamente. A fala ressalta a identidade única de cada grupo e a diversidade no rock da era.
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