- Marcelo Bonfá, 61 anos, baterista e um dos fundadores da Legião Urbana, é o convidado da coluna GENTE.
- O papo aborda música, lembranças e política.
- Ele afirma ter posição política, mas não se define por um partido ou por ser formador de opinião em tudo.
- Bonfá disse ter ouvido “atrocidades” de Jair Bolsonaro e do grupo político dele, apontando ataques a minorias; ele afirma que Lula não falaria desse jeito.
- O programa vai ao ar toda segunda-feira e está disponível no VEJA+ e em outras plataformas.
Marcelo Bonfá, baterista e um dos fundadores da Legião Urbana, é o convidado da edição semanal da coluna GENTE. Aos 61 anos, ele participa do programa para falar sobre música, lembranças e política.
Em conversa com a equipe da VEJA, ele afirma ter uma posição política que não se restringe a um único rótulo. O músico relembra a adolescência em Brasília e comenta sobre a ideia de não falar em votos como uma escolha legítima.
Ele também comenta sobre críticas a gestões passadas, mencionando que ouviu afirmações de conteúdo agressivo contra minorias em relação ao então governo de Bolsonaro. O raciocínio central é que, segundo ele, o cenário político apresenta muitos desafios.
Bonfá reforça que, independentemente de qual lado seja escolhido, artistas não devem ser obrigados a atuar como formadores de opinião sobre todos os temas. O bate-papo também aborda lembranças da carreira musical.
A entrevista faz parte do programa semanal da coluna GENTE, disponível no VEJA+ no YouTube, na Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channel e Roku, além da versão podcast no Spotify. Captação de imagens e edição são de Libário Nogueira.
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