- Ster, aos 25 anos, carioca da Penha, criou o conceito de “funk erudito” ao unir violino e ritmos das periferias.
- A artista já se apresentou em grandes palcos nacionais e internacionais, como Rock in Rio, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Circo Voador, Global Citizen Festival e Fête de la Musique em Paris.
- Defende que música clássica e funk não são universos opostos, e busca cantar, compor, produzir e explorar novas possibilidades sonoras usando sua técnica de violino.
- Lançou o EP Prelúdio, que funciona como introdução ao primeiro álbum, previsto para 2027, marcando uma fase mais autoral e representativa.
- Ressalta que, como mulher negra, pode abrir caminhos para outras, inspirando meninas a se enxergarem em espaços de música de concerto.
Ster do Violino, carrega uma trajetória que mistura música clássica e funk de forma original. Aos 25 anos, a carioca da Penha desenvolveu o conceito de “funk erudito”, presente em seus shows e em seu EP Prelúdio.
Filha de professora de música, Ster começou a cantar aos 3 anos e estudou piano e flauta doce antes de conhecer o violino aos 8. O instrumento, que hoje define sua identidade artística, abriu caminhos para uma carreira que busca novas possibilidades sonoras.
A trajetória ganhou visibilidade nas redes sociais e levou Ster a palcos como Rock in Rio, Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Circo Voador. Também representou a música brasileira na França, em Paris, durante a Fête de la Musique.
Prelúdio e amadurecimento
O EP Prelúdio funciona como introdução ao primeiro álbum, previsto para 2027. O projeto marca uma fase mais autoral, com foco em experimentação musical e expressão de identidade. Ster descreve o trabalho como um mergulho em combinações entre violino e ritmos de rua.
Ao discutir representatividade, Ster afirma que a presença de uma mulher negra em espaços de música de concerto inspira outras pessoas. Ela destaca a importância de abrir caminhos para quem historicamente ficou à margem.
Visão artística e identidade
Ster defende que Brasil, clássico e funk não estão separados, mas conectados pela mistura cultural. A artista afirma que o diálogo entre tradições pode atrair públicos que não costumam frequentar os mesmos eventos. O objetivo é ampliar o alcance da música brasileira.
Em entrevistas, Ster enfatiza que ser artista envolve cantar, compor, produzir e explorar novas possibilidades sonoras. A jovem de 25 anos reforça que o caminho escolhido não é apenas estético, mas também representativo de sua história.
Futuro e legado
Com entusiasmo, Ster aponta que o Prelúdio prepara o terreno para o álbum futuro. A ideia é consolidar uma identidade musical que combine técnica de violino com linguagem popular. A artista pretende ampliar a visão sobre o que é música brasileira contemporânea.
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