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Luedji Luna apresenta audiovisual intimista gravado no Cine Copan

Luedji Luna grava audiovisual intimista no Cine Copan, cenário em reforma, com doze faixas e parcerias, pensado para ser visto do começo ao fim

Luedji Luna — Foto: Divulgação/ Pedro Napolinario
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  • O Cine Copan, fechado há quarenta anos, recebeu o segundo projeto a ser gravado dentro do cinema antes da reforma que deve reabrir em dois mil e vinte e sete.
  • Luedji Luna lançou o audiovisual Acústico Luedji Luna em twenty‑fifth de maio, data que também marca seu aniversário de 39 anos.
  • O projeto é minimalista, com violões e vozes, gravado no espaço com vigas expostas e concreto aparente, após Hamlet encenado no local.
  • O conjunto traz doze faixas, sendo seis inéditas, com colaborações de Jadsa, Josyara e Calila das Mercês; a faixa Ioiô ganhou versão a quatro mãos com Zudizilla.
  • A cantora afirma que planeja a divulgação com estratégia, mas preserva a fidelidade artística, mantendo parceria e novos trabalhos no horizonte.

O Cine Copan, em São Paulo, abriga desde o início do ano uma produção que transforma o espaço em cenário para um projeto audiovisual intimista. O cinema, fechado há quatro décadas e em obras para reabertura em 2027, recebe agora Luedji Luna em um registro de “Acústico Luedji Luna”.

O filme musical foi gravado no térreo do edifício reformado, com vigas expostas e o concreto à vista, refletindo a estética minimalista do projeto. A cantora baiana optou por uma linguagem contida, com foco na força das canções. O áudio e a imagem foram pensados para que o espectador assista do começo ao fim.

O acústico ficou disponível em 25 de maio, coincidindo com o aniversário de 39 anos da artista e exatamente um ano após o lançamento do álbum Um Mar pra Cada Um. O projeto reúne doze faixas, entre elas seis inéditas, em composições com formação enxuta: violões e vozes.

Detalhes do projeto

Luedji assina sozinha a maior parte das composições, mas abriu espaço para colaborações com três baianas que admira: Jadsa, Josyara e Calila das Mercês, cuja poesia encerra o álbum. Além disso, a faixa Ioiô ganhou uma versão a quatro mãos com o rapper Zudizilla, em que a colaboração se dá de dentro da canção.

A artista descreve o trabalho como um encontro entre o íntimo e o coletivo, mantendo o foco na sua verdade artística. Parte do objetivo é oferecer uma experiência audiovisual sem depender de tendências, priorizando a autenticidade.

A repercussão inclui reconhecimento na crítica e indicações de premiações, com dois álbuns concorrendo na mesma categoria do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, em junho. Em relação ao público, Luedji observa tanto a base fiel construída ao longo de quase uma década quanto o alcance de novos ouvintes.

A trajetória de Luedji Luna soma colaborações diversas e apresentações em palcos de peso, incluindo parcerias com nomes de expressão na música brasileira. O projeto no Cine Copan reforça o interesse da artista em explorar formatos de apresentação que privilegiem a experiência de ouvir a música de forma contínua.

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