- Vince Staples reafirmou que não tem interesse em brigas públicas no rap e prefere observar os disses de longe.
- Em entrevista à Complex, ele retomou a posição de 2017 sobre “brigar por nada” no cenário musical.
- A fala veio após a briga entre Kendrick Lamar e Drake, mantendo a ideia independentemente de quem está no conflito.
- Staples já havia tratado do tema em 2017, dizendo que não marcaria horário no estúdio para falar de alguém e que prefere conversas por telefone.
- A carreira do rapper é marcada pela recusa de entrar no jogo das disputas, mesmo com reconhecimento e críticas, como no álbum Cry Baby, de 2026.
Vince Staples reafirmou sua posição contrária a brigas públicas no rap. Em entrevista à Complex, o rapper californiano disse que continua vendo os diss entre artistas como algo para observar de longe, mantendo o Risco de conflito fora de sua atuação artística.
A fala retorna a 2017, quando Staples já havia expressado o mesmo posicionamento em relação a confrontos no gênero. Na época, ele afirmou que não marcaria presença em estúdio para falar de alguém e que preferia evitar humilhações desnecessárias, sugerindo que o modo de lidar com rivalidades seria diferente.
O tema ganha peso após a recente troca de provocações entre Kendrick Lamar e Drake, que atraiu grande atenção da indústria. Staples mantém que a opinião sobre brigas no rap não depende de quem está envolvido nem da força do ataque, apenas de sua convicção pessoal.
Contexto anterior
A trajetória de Staples no hip hop tem sido marcada pela recusa aos embates midiáticos. Desde o álbum Summertime ’06, em 2015, ele construiu uma carreira pautada pela crítica ao sensacionalismo das rivalidades. O trabalho mais recente, Cry Baby (2026), recebeu elogios e também levantou debates sobre as expectativas de artistas populares.
O artista segue ativo no cenário, com visibilidade crescente após apresentações e entrevistas que reforçam seu posicionamento. A postura dele, segundo analistas, contribui para um debate sobre o papel das disses na cultura hip hop e a valorização de diálogos diretos.
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