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Marisa Orth defende liberdade no humor e afirma não ter encontrado o limite

Em Brasília, Marisa Orth questiona limites do humor, defende liberdade da profissão e analisa impacto do woke, durante apresentação de Belchior 80

Marisa Orth, Taciana Barros e Buhr no show que homenageia Belchior - Metrópoles
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  • Marisa Orth defende liberdade no humor e comenta que ainda há cerceamento, em entrevista ao Metrópoles.
  • Ela diz que piadas que reforçam racismo, homofobia ou gordofobia precisam ser tratadas, mas afirma que o limite do humor ainda não foi definido.
  • O show Amar e Mudar as Coisas — Belchior 80 celebra Belchior com canções, palavras e a inquietude do cantor.
  • A temporada em Brasília ocorre na Caixa Cultural Brasília de 23 a 28 de junho, com sessões em 27 de junho às 17h e às 20h, e 28 de junho às 18h.
  • Ingressos começam em R$ 15; elenco inclui Taciana Barros, Buhr, Marisa Orth, Estevan Sinkovitz e Zéli Silva.

Marisa Orth, famosa pela Magda de Sai de Baixo, comenta sobre o humor e o que tem sido visto como cerceamento na área. Em entrevista ao Metrópoles, a atriz citou críticas ao humor que reforça preconceitos e colocou o tema em debate, defendendo maior liberdade criativa.

Ela reconhece o impacto do movimento woke e a reclamação de quem se sente atingido, mas afirma que não houve definição clara de limites. Ort خود enfatiza a importância de discutir a profissão do ator e o papel do humor na sociedade.

Ort também ressalta que a profissão de ator é central e sagrada para ela. Segundo a artista, mudanças de lugar de fala são naturais no ofício, e o humor pode permitir maior liberdade de abordagem, quando bem utilizado.

Belchior 80

Em Brasília, o show Amar e Mudar as Coisas — Belchior 80 celebra o cantor aos 80 anos. Taciana Barros, Buhr e Marisa Orth integram o trio no espetáculo. A apresentação homenageia Belchior por meio de canções, palavras e inquietude do artista.

A temporada na Caixa Cultural Brasília começou no dia 23 e segue até 28 de junho. As intérpretes apresentam hinos como Sujeito de Sorte, Medo de Avião, Como Nossos Pais e Apenas um Rapaz Latino-Americano.

A produção conta com a banda formada por Estevan Sinkovitz (guitarra e violão) e Zéli Silva (baixo acústico). O conjunto garante a chegada de diferentes leituras para as composições de Belchior.

Local: CAIXA Cultural Brasília, SBS Quadra 4, Lotes 3/4. Datas: 23 a 28 de junho. Horários: 27/6, 17h e 20h; 28/6, 18h. Ingressos a partir de 15 reais. Classificação indicativa livre.

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