- Roberta Medina diz que a edição de 2026 consolida uma nova fase do Rock in Rio Lisboa, com mudança para o Parque Papa Francisco e maior estrutura, mantendo foco em gerações diferentes.
- Belo entrou no line-up do segundo fim de semana, segundo a executiva, por ter se imposto ao festival; a curadoria leva em conta o que o público quer ver e a força da música brasileira no evento.
- Pedro Sampaio foi citado pela sua participação no primeiro fim de semana, que viralizou com o “cavalinho” no público; a ideia é abrir espaço para a interação entre artistas e fãs.
- Stray Kids é visto como aposta na renovação cultural do festival, acompanhando o crescimento do K‑pop; Roberta destaca a necessidade de acompanhar o movimento do público.
- A organização também ressalta a relação entre música e futebol, com a Arena Música e Futebol e a meta de transformar o Rock in Rio Lisboa no hype do verão europeu a cada dois anos.
A executiva Roberta Medina afirma que a edição de 2026 do Rock in Rio Lisboa consolida uma nova fase do festival em Portugal. A mudança de cenário para o Parque Papa Francisco amplia a estrutura e foca na diversidade geracional do público, com ênfase em nomes brasileiros no line-up.
Medina destaca que cada geração ganha espaço no cronograma, buscando acolher o maior número de fãs possível. A aposta em artistas nacionais vem acompanhada de acompanhamento da reação do público, com o Brasil mantendo presença relevante fora do país.
Line-up brasileiro em evidência
Belo entrou no line-up do segundo fim de fim de semana por se impor ao festival, segundo a executiva. A curadoria, afirma, observa o comportamento do público e não apenas preferências pessoais. A música brasileira aparece fortalecida no evento.
Pedro Sampaio também foi citado pela gestão, após o episódio do cavalinho coletivo na primeira metade do festival. Medina destaca que o sucesso se deve a uma parceria de comunicação com os artistas, que precisam atuar junto à organização.
Artistas internacionais e renovação cultural
Bruno Mars é citado como exemplo de entrega aos fãs brasileiros, segundo a executiva. Artistas estrangeiros precisam de estratégia para se conectar de forma contínua com o Brasil, não apenas com um show isolado, afirma.
Stray Kids aparece como aposta na renovação cultural do festival, reconhecendo a relevância do K-pop para o público. A curadoria deve acompanhar as tendências e abrir espaço para gêneros além do repertório tradicional.
Cyndi Lauper entra no rolê de Rod Stewart e simboliza um show com mensagem além da música, segundo Medina. A executiva ressalta que artistas com discurso forte fortalecem a atração e o impacto do show.
Rod Stewart, Adele e megashows
Rod Stewart, em sua última turnê, é visto como privilégio pela equipe. O cantor retorna ao festival aos 82 anos, mantendo a tradição das edições históricas do evento.
Sobre Adele, Medina afirma que é um nome forte, mas reconhece que cada praça possui possibilidades diferentes. A ideia é alinhamento real com o mercado local, sem promessas impossíveis.
Copacabana, Copa e arena de futebol
Lady Gaga teve um megashow gratuito em Copacabana, e Medina diz que isso não desvaloriza o Rock in Rio Lisboa. A cidade brasileira continua a ser reconhecida pela potência de seus eventos.
A Copa do Mundo entrou na operação desde 2018, interrompendo palcos para transmissão de jogos. Neste ano, a partida entre Portugal e Colômbia ocorre de madrugada, e a Arena Música e Futebol amplia atividades para além do jogo, transformando a cidade em palco de celebração diária do futebol.
Segurança, política e expansão europeia
Medina observa que anos de tensão política exigem planejamento com foco na segurança. O Rock in Rio é descrito como apolítico, com regra contra campanhas eleitorais no palco.
Além disso, a executiva aponta a expansão internacional como objetivo: fazer de Lisboa um polo do verão europeu, com o festival se tornando referência a cada dois anos.
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