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Caprichoso e Garantido exaltam ancestralidade e diversidade na segunda noite

Caprichoso e Garantido exaltam ancestralidade e diversidade na segunda noite de Parintins 2026, com Curupira e Cunhã-poranga em destaque

Boi Caprichoso na 2ª noite do Festival de Parintins 2026
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  • Caprichoso e Garantido participaram da segunda noite do Festival Folclórico de Parintins 2026, no Bumbódromo, exaltando ancestralidade e diversidade.
  • Caprichoso abriu com o subtema “O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia – O Chão da Vida”, destacando a floresta como território sagrado; contou com Curupira na narrativa e a Cunhã-poranga Marciele Albuquerque, na toada “Trilha de Curupira”.
  • Garantido iniciou com a escultura “Parintins, Portal da Diversidade” e evoluiu com a toada “Segunda Evolução”; a porta-estandarte Jeveny Mendonça e a sinhazinha Raíra Lins marcaram a apresentação com “Sinhazinha do Meu Boi”.
  • A segunda parte trouxe a Lenda Amazônica “Kamara” e a Cunhã-poranga Isabelle Nogueira, que encarnou a onça-mãe na toada “Deusa Cunhã”.
  • O segundo ato do festival, sob o tema “Parintins, Portal do Encantamento”, celebrou a diversidade dos povos amazônicos e a ancestralidade indígena.

Na segunda noite do Festival Folclórico de Parintins, Caprichoso e Garantido apresentaram-se no Bumbódromo, Amazonas, no sábado (27). A programação marcou o segundo ato do Festival 2026, com foco na ancestralidade e na diversidade dos povos da Amazônia. O evento segue até domingo, quando ocorre o terceiro ato.

Caprichoso abriu com o subtema O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia – O Chão da Vida, destacando a floresta como território sagrado. A apresentação incluiu a lenda Curupira – O Guardião da Vida, personagem emblemático do imaginário regional, e a cunhã-poranga Marciele Albuquerque, que encarnou a força da mulher indígena ao som de Trilha de Curupira.

No lado do Garantido, o palco mostrou a escultura Parintins, Portal da Diversidade, símbolo de pluralidade e harmonia. A toada Segund Evolução marcou a progressão do boi, com a participação de Jeveny Mendonça e Raíra Lins, que apresentou Sinhazinha do Meu Boi.

O segundo bloco da noite trouxe a Lenda Amazônica Kamara, inspirada na cosmologia Hexkaryana. Da estrutura monumental emergiu a cunhã-poranga Isabelle Nogueira, que encarnou a onça-mãe espiritual, evoluindo em cena ao som de Deusa Cunhã. Isolada como figura central, Isabelle fechou a apresentação com a narrativa da lenda.

Este segundo ato do tema geral Parintins, Portal do Encantamento celebrou a diversidade indígena e a integração entre cultura, natureza e espiritualidade, reforçando a proposta de convivência entre os povos da região. As apresentações seguiram com o terceiro ato programado para este domingo.

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