- Emicida criticou o avanço da Inteligência Artificial durante show em Curitiba, no último sábado (27 de junho).
- O rapper fez um discurso aos fãs e alfinetou o uso excessivo de IA ao final de sua fala.
- Ele destacou que “todo esse trabalho que apresenta-se nessa noite foi feito por seres humanos. E isso é inegociável”.
- O trecho do discurso foi registrado em vídeo pelo TMDQA!, divulgado pela imprensa da música.
- A mensagem central foi reforçar a valorização da humanidade e desobedecer ao que chamou de “engenho” da tecnologia durante apresentações e produção artística.
Emicida realizou um show em Curitiba no último sábado, 27 de junho de 2026, e aproveitou a apresentação para falar sobre o avanço da Inteligência Artificial na produção artística. O rapper disse aos fãs que o que foi apresentado naquela noite foi criado por seres humanos e, segundo ele, isso é inegociável. A fala ocorreu ao longo do show, com um desabafo ao final de sua apresentação.
A apresentação ocorreu na capital paranaense, em meio à repercussão sobre o uso de IA na música. O artista manteve o foco no tema ao longo do espetáculo, destacando a importância da intuição e da humanidade no processo criativo. A mensagem foi transmitida aos presentes de forma direta e foi registrada por fãs e veículos especializados.
Emicida ressaltou que não se trata apenas de velocidade, mas de direção. Ele orientou o público a valorizar a humanidade, a pausa criativa e a autonomia de cada artista em relação às novas tecnologias. O discurso buscou enfatizar a possibilidade de combinar inovação com autenticidade artística.
O rapper também incentivou a desobediência às normas estritas da indústria, sugerindo que inovar exige romper com padrões pré-estabelecidos e testar caminhos alternativos. As falas reforçam a visão de que a arte pode evoluir sem perder a essência humana.
Ainda conforme relatos de quem acompanhou o show, Emicida encerrou a apresentação com lembretes sobre a importância do cuidado com a produção cultural, destacando que o trabalho criativo envolve escolhas individuais e coletivas. A discussão sobre IA ganha espaço entre fãs e críticos.
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