- Em 2014, Lepo Lepo, do Psirico, estourou no Carnaval de Salvador, sendo visto como resposta à ostentação que dominava o funk e o sertanejo da época.
- A faixa, escrita por Filipe Escandurra e Magno Sant’Anna, trouxe uma abordagem bem-humorada sobre amor e criticou o materialismo.
- O vocalista Márcio Victor afirmou que a música representa o jeitinho baiano de falar de amor e pode ser encarada como um grito contra o capitalismo.
- Mesmo já sendo uma das maiores instituições da Bahia, Lepo Lepo levou o Psirico a um patamar de destaque nacional.
- A canção faz parte da série “20 hits em 20 anos” do GloboPop, projeto de vídeos curtos da Globo.
A música Lepo Lepo levou o Psirico a um novo patamar em 2014. Criada como resposta à ostentação da cena funk e do sertanejo, ela surgiu no Brasil como uma dêmona de Carnaval e rapidamente ganhou destaque nas redes e nas rádios.
Composta por Filipe Escandurra e Magno Sant’Anna, a letra faz uma leitura bem-humorada da modernidade. Márcio Victor, vocalista da banda, afirmou que Lepo Lepo é a expressão do amor à moda baiana e, para ele, também um grito contra o capitalismo naquela época.
Origem e impacto
Lepo Lepo chegou ao Carnaval de Salvador com fama de imediato sucesso. A canção tornou-se tema de debates de filosofia e consolidou o Psirico como uma das maiores instituições da Bahia, ampliando o alcance do pagode baiano.
O refrão de fácil memorização ajudou a disseminação em semanas, destacando um personagem humilde que encara dificuldades financeiras, mas oferece talento e alegria. O fenômeno aconteceu em meio a discussões sobre consumo e celebração popular.
Contexto e desdobramentos
Antes do estouro, o Psirico já era relevante no estado. O lançamento de Lepo Lepo elevou o grupo a novas audiências, incluindo eventos nacionais e momentos culturais marcantes. A canção permanece associada a uma crítica leve à ostentação.
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