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Rolling Stone classifica todos os 5 álbuns de Bruno Mars do pior ao melhor

Ranking avalia a trajetória de Bruno Mars, do retrô de Doo-Wops ao auge de 24K Magic, destacando a consolidação do artista como estrela global.

Show de Bruno Mars no Staples Center, em Los Angeles, em julho de 2013
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  • The Romantic (2026): álbum menos ambicioso, com nove faixas em cerca de 31 minutos; mistura cha‑cha‑cha, bossa nova, new jack swing e soul vintage, com Bruno Mars em todas as músicas e sem participações.
  • An Evening with Silk Sonic (2021): parceria com Anderson .Paak; álbum colaborativo que celebra funk e soul dos anos setenta, com produção precisa e sucesso em Leave the Door Open.
  • Unorthodox Jukebox (2012): explora diversos gêneros, do reggae ao funk; inclui Locked Out of Heaven e When I Was Your Man; consolidou Bruno Mars como superstar global.
  • 24K Magic (2016): mistura funk, R&B contemporâneo e new jack swing; rendeu vários hits, incluindo o single-título, That’s What I Like e Finesse, além de vários Grammys.
  • Doo-Wops & Hooligans (2010): álbum de estreia que apresentou reggae, soul e pop; contava com Just the Way You Are, Grenade e The Lazy Song, marcando o início da carreira com sonoridade acessível e honesta.

Bruno Mars consolidou-se como um mestre da revisita ao passado, transformando soul, funk e R&B em linguagem pop atual. Com mais de 150 milhões de discos vendidos e 16 Grammys, o havaiano construiu uma carreira que mistura reverência histórica com sucesso comercial.

O levantamento analisa os 5 álbuns do artista, considerando impacto, coesão sonora e posição na trajetória dele. A intenção é entender como cada projeto dialoga com o conjunto da obra, mantendo o foco em fatos e métricas de mercado.

The Romantic (2026)

Bruno Mars retorna em 2026 com um disco curto, de nove faixas e pouco mais de 31 minutos. A obra privilegia sonoridades cha-cha-cha, bossa nova e soul vintage, sem participações. O álbum traz uma leitura mais contida em relação aos trabalhos anteriores.

A abertura de The Romantic dialoga com a própria história do artista, citando referências de sucessos anteriores. Entre as faixas, *I Just Might* destaca-se como o maior hit do projeto, mantendo o ritmo de pista de dança. A produção é calorosa, mas o conjunto é mais simples que os anteriores.

An Evening with Silk Sonic (2021)

Silk Sonic é um projeto colaborativo com Anderson .Paak, mas compõe parte relevante da linha criativa de Bruno Mars. O álbum investe em funk e soul dos anos 1970, com participação de Bootsy Collins e produção precisa, como se fosse gravação de décadas passadas.

O single *Leave the Door Open* alcançou o topo das paradas, evidenciando demanda por sofisticação old-school. O conjunto, curto e charmoso, valoriza o protagonismo compartilhado, diferente dos álbuns solo.

Unorthodox Jukebox (2012)

Este é o ponto em que Bruno Mars amplia a variedade de gêneros, explorando reggae, funk, new wave e R&B. Produtores como Mark Ronson e Diplo ajudam a moldar um disco imprevisível, sem perder a coesão.

*Locked Out of Heaven* mostra influências de The Police e o alcance do hit; *When I Was Your Man* revela vulnerabilidade emocional; *Treasure* traz o funk/disco de volta ao topo. O álbum atinge primeiros lugares internacionais, consolidando a estrelato global.

24K Magic (2016)

24K Magic é uma celebração do funk e do R&B dos anos 1990, com estética retrô e visual marcante. O título tornou-se disco de diamante, enquanto *That’s What I Like* liderou paradas americanas e ganhou certificação diamante.

A produção rendeu sete Grammys, incluindo Álbum do Ano, firmando o estilo retrô-futurista que Bruno Mars vinha explorar. O conjunto é considerado próximo da perfeição dentro de sua proposta de luxo e dança.

Doo-Wops & Hooligans (2010)

No álbum de estreia, Bruno Mars apresenta uma síntese entre reggae, soul, pop e R&B, com faixas que parecem clássicos desde já. *Just the Way You Are* tornou-se hino romântico; *Grenade* exibiu a teatralidade marcante do artista.

*The Lazy Song* teve alta popularidade e certificação diamante, ainda que em tom mais leve. *Talking to the Moon*, mais tarde, ganhou reverência entre fãs e críticos. É o disco mais simples, porém essencial para entender a gênese de Bruno Mars.

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