- Em 6 de junho, o musical brasileiro Donatello retorna ao Teatro do Núcleo Experimental, em São Paulo, abrindo nova temporada aos fins de semana.
- O espetáculo é escrito e protagonizado por Vitor Rocha, com realização do Ministério da Cultura e da Encanto Artístico, e patrocínio da Colormix.
- Donatello recebeu indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital (incluindo Roteiro Original) e ao Prêmio FITA (com Melhor Espetáculo entre as, ao todo, três indicações).
- Pela primeira vez desde a estreia, a montagem passa a integrar a grade regular de finais de semana, com sessões aos sábados e domingos; ingressos estão à venda pela Sympla.
- A encenação é de Victoria Ariante, com músicas originais de Elton Towersey, executadas ao vivo por Guilherme Gila no piano, e featuring de equipe criativa da Encanto Artístico, incluindo Luiza Porto na direção de produção.
O musical brasileiro Donatello retorna a São Paulo para uma nova temporada no Teatro do Núcleo Experimental, com estreia marcada para o dia 6 de junho. A montagem, idealizada por Vitor Rocha, permanece sob a realização do Ministério da Cultura e da Encanto Artístico, com patrocínio da Colormix. A estreia ocorre após passagem bem recebida entre Rio e São Paulo e indicações a prêmios nacionais.
A montagem volta a ocupar a grade regular de finais de semana, com sessões aos sábados e domingos. A iniciativa reforça a circulação de produções autorais no cenário paulistano, ampliando o público de uma peça que já superou a marca de dois mil espectadores em sessões anteriores.
Donatello tem direção de Victoria Ariante e trilha sonora original de Elton Towersey, executada ao vivo pelo pianista Guilherme Gila. O elenco é liderado por Vitor Rocha, que também atua como Amendoim, personagem central da história grave sobre envelhecimento e memórias familiares.
Sobre a peça
A narrativa acompanha a relação entre Amendoim e o avô, diante do diagnóstico de Alzheimer. O texto evita melodrama, enfocando memórias ligadas a sabores e momentos compartilhados que resistem ao esquecimento. Em pouco mais de uma hora, infância, adolescência e vida adulta se entrelaçam.
Interatividade e sensibilidade definem a encenação, com público influenciando a narrativa ao sugerir palavras que ganham vida na montagem. A direção reforça o clima intimista, enquanto a produção valoriza o diálogo entre memória, afeto e identidade brasileira.
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