- Sara Bareilles abriu shows do Maroon 5 em 2007, durante a turnê It Won’t Be Soon Before Long, após o sucesso de Love Song.
- Ela relembrou, em entrevista à Rolling Stone, ter visto cocaína pela primeira vez em uma festa ligada à banda, mas assegurou que nunca usou a droga.
- Em 2011, voltou a abrir para o Maroon 5 na turnê Hands All Over e relatou o fanatismo do público, incluindo pessoas jogando calcinhas no palco.
- A colaboração com o Maroon 5 foi importante para a carreira de Bareilles, que disse que eles a acolheram como irmãos mais velhos e ajudaram a levar a banda em turnê.
- O novo álbum Good Grief será lançado em 28 de agosto, acompanhado de documentário e turnê; a inspiração veio de episódios depressivos durante a pandemia, com a perda de dois amigos próximos.
Sara Bareilles relembra turnês com o Maroon 5 e revisita episódio marcante envolvendo cocaína aos experimentos no início da carreira. Em entrevista, a cantora explicou que abriu os shows da banda na turnê It Won’t Be Soon Before Long, em 2007, após o sucesso de Love Song.
Aos 2007, Bareilles ainda era conhecida como cantora e compositora em ascensão. Ela contou que ficou surpresa ao presenciar pela primeira vez o uso de cocaína em uma festa, algo que não faz parte de sua rotina. A artista deixou claro que nunca usou a droga e que trabalha apenas com terapias para lidar com questões pessoais.
No ano de 2011, a cantora voltou a dividir o palco com o Maroon 5 na turnê Hands All Over. Ela descreveu o público como extremamente entusiasmado, com fãs colocando objetos no palco, o que a surpreendeu pela intensidade da recepção.
A relação profissional com o Maroon 5, segundo Bareilles, foi positiva e transformadora. Ela afirmou que a banda atuou como uma espécie de família mais velha, acolhendo a sua banda, compartilhando recursos e experiências que contribuíram para a continuidade de sua carreira.
Novo álbum
Em paralelo à memória das duas turnês, Bareilles prepara o lançamento do álbum Good Grief, previsto para o dia 28 de agosto. Será o primeiro disco de inéditas da cantora em sete anos, acompanhado de um documentário e de uma turnê de divulgação.
A inspiração para Good Grief veio de episódios depressivos vividos durante a pandemia de Covid-19, marcados pela perda de dois amigos próximos. A artista ressaltou que o luto precisa ser testemunhado e compartilhado para assim se transformar e encontrar significado.
Entre na conversa da comunidade