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Ghosting: a prática tóxica de terminar relacionamentos sem explicações

Ghosting, prática comum em relacionamentos modernos, gera sérios danos à saúde mental. Entenda suas consequências e como superá-las.

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O ghosting é quando alguém termina um relacionamento sem dar explicações, simplesmente parando de se comunicar. Essa prática se tornou comum com o uso da tecnologia, especialmente em relacionamentos recentes. A psicóloga Raquel Baldo explica que o ghosting é visto como uma forma “fácil” de encerrar uma relação, mas pode causar sérios problemas emocionais. Estudos mostram que quem sofre ghosting se sente desvalorizado e pode entrar em um ciclo de autocrítica, questionando seu próprio valor.

Superar o ghosting é difícil e pode afetar a capacidade de formar novas relações. Raquel recomenda buscar apoio de amigos, familiares ou profissionais para ajudar a reconstruir a autoestima. Além disso, é importante evitar a tentação de fazer ghosting em outra pessoa como forma de vingança. A comunicação clara desde o início de novos relacionamentos é essencial para evitar repetir essa experiência dolorosa e promover relações mais saudáveis.

O ghosting, prática de encerrar um relacionamento sem explicações, tem se tornado comum na era digital. Segundo a psicóloga Raquel Baldo, essa estratégia é frequentemente escolhida por ser vista como uma forma “fácil” de terminar, especialmente em relações recentes. O ghosting ocorre, na maioria das vezes, de forma virtual, com a interrupção de mensagens e interações nas redes sociais, deixando a outra pessoa sem respostas.

Estudos indicam que o ghosting pode causar sérios danos à saúde mental, levando a sentimentos de desamparo e insegurança. A pesquisa publicada no periódico Cyberpsychology revela que essa prática é percebida como uma experiência de rejeição mais intensa do que outros tipos de término. A vítima do ghosting frequentemente se sente desvalorizada e pode entrar em um ciclo de autocrítica, questionando seu valor e buscando justificativas para o afastamento do parceiro.

Superar o ghosting pode ser desafiador, pois a pessoa afetada pode desenvolver dificuldades em estabelecer novas relações. Raquel Baldo enfatiza que é essencial buscar apoio emocional, seja de amigos, familiares ou profissionais, para reconstruir a autoestima e a confiança. O fortalecimento de laços com pessoas que oferecem empatia e compreensão é crucial para a recuperação.

Além disso, é importante evitar a tentação de replicar o ghosting como forma de vingança. A psicóloga alerta que essa reação pode ocorrer de forma inconsciente, mas reforça a necessidade de comunicação aberta em novos relacionamentos. Estabelecer diálogos claros desde o início pode ajudar a prevenir novas experiências de ghosting e promover relações mais saudáveis.

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