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Europa enfrenta recordes de calor e inundações em 2024, aponta relatório climático

Europa enfrenta o ano mais quente da história, com inundações severas e recordes de temperatura, enquanto avança na energia renovável.

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Em 2024, a Europa teve o ano mais quente já registrado, com temperaturas altíssimas e inundações em várias regiões. Um relatório do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus e da Organização Meteorológica Mundial mostrou que 60% do continente enfrentou dias de calor extremo. A temperatura média do mar na Europa subiu 0,7°C, e no Mar Mediterrâneo, a elevação foi de 1,2°C. Enquanto o oeste da Europa teve um dos anos mais chuvosos desde 1950, o leste ficou seco e quente. Mais de 30% dos rios superaram os níveis de alta inundação, e 12% chegaram a níveis graves. O relatório também destacou a diminuição de dias frios e o derretimento de geleiras, especialmente na Escandinávia e em Svalbard, na Noruega. Em contrapartida, a geração de energia renovável alcançou um recorde de 45%, com mais países da União Europeia usando fontes renováveis do que combustíveis fósseis. Além disso, as temperaturas globais atingiram níveis históricos, com a média na Europa em março superando 6 graus Celsius, 0,26°C acima do recorde anterior. Cientistas alertam que as metas climáticas internacionais, como limitar o aquecimento a 1,5°C até 2100, estão se tornando cada vez mais difíceis de alcançar, aumentando a frequência de eventos climáticos extremos.

A Europa enfrentou em 2024 o ano mais quente da história, com temperaturas recordes e inundações generalizadas. O relatório do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus e da Organização Meteorológica Mundial (OMM) destaca que 60% do continente experimentou dias de estresse térmico, com temperaturas acima do suportável.

O documento revela que a temperatura média do mar na Europa foi 0,7°C acima da média, enquanto no Mar Mediterrâneo, a elevação chegou a 1,2°C. O oeste europeu teve um dos anos mais chuvosos desde 1950, contrastando com o leste, que registrou clima seco e quente. Mais de 30% dos rios superaram os níveis de alta inundação, com 12% atingindo níveis graves.

Além disso, o relatório aponta a redução de dias frios e o derretimento de geleiras em toda a Europa, com perdas significativas na Escandinávia e em Svalbard, na Noruega. Por outro lado, a geração de energia renovável alcançou um recorde de 45% em 2024, com o número de países da União Europeia que utilizam mais fontes renováveis do que combustíveis fósseis quase dobrando.

As temperaturas globais também atingiram níveis históricos, com a média na Europa em março subindo para mais de 6 graus Celsius, 0,26°C acima do recorde anterior. Cientistas alertam que as metas climáticas internacionais, como limitar o aquecimento a 1,5°C até 2100, estão se tornando inalcançáveis, aumentando a frequência de eventos climáticos extremos.

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