Cristiana Oliveira, atriz famosa, falou sobre sua luta contra a dismorfia corporal em uma entrevista no programa “Sem Censura”. Aos 60 anos, ela contou que passou muito tempo com uma imagem distorcida de si mesma, influenciada pela pressão estética e pela busca por aceitação. A dismorfia corporal é um problema psicológico que afeta milhões de brasileiros, especialmente jovens, e faz com que as pessoas não consigam ver sua própria imagem de forma realista. Comportamentos como olhar-se no espelho repetidamente são comuns. Esse transtorno pode estar ligado a problemas alimentares, como bulimia e anorexia, e é importante que quem sofre disso receba ajuda médica. A pressão das redes sociais, com o uso de filtros, pode piorar a situação, levando muitos a buscarem cirurgias desnecessárias. Especialistas sugerem que fortalecer a autocompaixão e usar técnicas de mindfulness podem ajudar. Profissionais da estética também devem estar atentos a sinais de dismorfia para priorizar a saúde emocional dos pacientes.
Cristiana Oliveira, atriz de destaque, compartilhou sua luta contra a dismorfia corporal em entrevista ao programa “Sem Censura”, da TV Brasil. Aos 60 anos, ela revelou que passou anos presa a uma autoimagem distorcida, influenciada por padrões estéticos e pela busca por aceitação. “Eu me olhava no espelho e sempre achava que podia perder um pouco mais”, disse.
A dismorfia corporal é um transtorno psicológico que afeta mais de quatro milhões de brasileiros entre 15 e 30 anos, segundo a cirurgiã plástica Heloise Manfrim. “Essas pessoas perdem a capacidade de reconhecer realisticamente a própria imagem”, explicou. Comportamentos como a checagem corporal excessiva são comuns, onde o paciente se avalia repetidamente ao longo do dia.
A dismorfia pode estar associada a transtornos alimentares, como bulimia e anorexia, que envolvem medo extremo de engordar e práticas compensatórias. A nutróloga Marcella Garcez enfatizou a necessidade de acompanhamento médico especializado para esses casos. “É fundamental que os pacientes recebam atendimento multidisciplinar para cuidar da saúde física e mental”, alertou.
A pressão estética, exacerbada pelo uso de filtros em redes sociais, pode intensificar o quadro de dismorfia. O cirurgião plástico Paolo Rubez destacou que muitos buscam procedimentos estéticos desnecessários por influência dessas plataformas. “É uma doença silenciosa e frequentemente invisível para quem está ao redor”, afirmou Heloise.
Para lidar com o transtorno, especialistas recomendam o fortalecimento da autocompaixão e técnicas como mindfulness. “A pessoa precisa aprender a se tratar com gentileza e a desenvolver um olhar mais generoso sobre si mesma”, disse Beatriz Lassance. Profissionais da estética devem estar atentos a sinais de dismorfia, priorizando a saúde e o bem-estar emocional dos pacientes.
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