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“Influenciadora revela luta contra dermatotilexomania e busca por aceitação”

Sarah Redzikowski expõe sua luta contra a dermatotilexomania nas redes sociais, inspirando outros a falarem sobre suas experiências.

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Sarah Redzikowski, uma influenciadora de 40 anos, falou sobre sua luta contra a dermatotilexomania, que é a compulsão de cutucar a pele. Essa condição começou quando ela tinha 12 anos e a fez esconder suas cicatrizes. Recentemente, ela compartilhou sua experiência nas redes sociais, mostrando como cobre as marcas e recebeu apoio de seguidores que se identificam com sua história. Em um vídeo no TikTok, Redzikowski revelou que passa cerca de duas horas por semana cutucando a pele, o que deixou cicatrizes visíveis. Ela foi diagnosticada em 2021 e, apesar de ter feito terapia e tomado medicamentos, a melhora foi limitada. Agora, ao expor suas cicatrizes, ela se sente mais confiante e acredita que sua história pode ajudar outras pessoas que enfrentam problemas semelhantes.

Sarah Redzikowski, influenciadora de 40 anos, revelou sua luta contra a dermatotilexomania, uma compulsão de cutucar a pele, que começou na adolescência. Recentemente, ela compartilhou sua experiência nas redes sociais, mostrando como cobre as cicatrizes, o que gerou uma resposta positiva de seus seguidores.

Em um vídeo no TikTok, Redzikowski se aproximou da câmera e mostrou a vermelhidão em seu rosto, confessando: “Odeio fazer isso comigo mesma.” Ela explicou que a compulsão começou aos doze anos e a levou a esconder as marcas na pele. A influenciadora calcula que passa pelo menos duas horas por semana cutucando a pele, o que resultou em cicatrizes visíveis.

A dermatotilexomania é um transtorno que afeta cerca de três por cento da população mundial. Especialistas afirmam que a vergonha associada a esses comportamentos impede muitos de buscar ajuda. A psicóloga Suzanne Mouton-Odum destacou que o sigilo em torno do transtorno dificulta a cura, pois muitos não falam sobre suas experiências.

Redzikowski decidiu expor sua condição para ajudar outras pessoas. “Falar sobre o problema é uma forma de se curar,” afirmou. Ela relembrou que, durante sua infância, o banheiro era o único lugar onde se sentia segura para cutucar a pele. Para esconder os danos, usava cabelo e maquiagem, mas a compulsão persistia.

Após anos sem entender seu comportamento, Redzikowski foi diagnosticada em 2021. O tratamento incluiu terapia e medicamentos, mas a melhora foi limitada. Recentemente, ela começou a compartilhar suas cicatrizes nas redes sociais, recebendo apoio de seguidores que se identificam com sua luta. “Nunca me senti tão bem-representado,” comentou um seguidor.

Apesar de ainda lutar contra a compulsão, Redzikowski se sente motivada a continuar postando sobre sua experiência. Ela acredita que sua história pode impactar positivamente outras pessoas que enfrentam desafios semelhantes.

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