Mais de 30 pombos foram encontrados mortos na Praça Shimon Perez, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O caso causou preocupação entre os moradores e trabalhadores da área. A administração local recebeu denúncias de que os pombos estavam agonizando e, após a limpeza do local pela Comlurb, as autoridades suspeitam que o milho que foi dado aos pássaros estava envenenado. Elas pediram aos moradores que não deixem seus animais de estimação soltos na praça. Um boletim de ocorrência foi registrado e as autoridades estão tentando identificar quem espalhou o veneno, solicitando imagens de câmeras de segurança da região. A associação de moradores está acompanhando a situação, que já teve casos semelhantes no passado.
Mais de 30 pombos foram encontrados mortos na Praça Shimon Perez, em Copacabana, na manhã de segunda-feira (5). O local, que é bastante frequentado por moradores e turistas, está próximo à estação Siqueira Campos do metrô. A situação causou preocupação entre os cidadãos que costumam alimentar as aves.
A administração local recebeu denúncias de moradores sobre a morte dos pombos. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, uma moradora expressou sua indignação: “Aqui, agonizando. Morrendo. Diversos pombos mortos.” A Gerência Executiva de Copacabana e Leme informou que a Comlurb foi acionada para realizar a limpeza da área afetada.
As autoridades suspeitam que o envenenamento tenha ocorrido por meio de milho contaminado. A administração regional alertou os moradores para não deixarem seus animais de estimação soltos na praça. Um boletim de ocorrência foi registrado, e as autoridades estão em busca de imagens de câmeras de segurança do MetrôRio, da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região e do Centro de Operações para identificar o responsável pelo ato.
Horácio Magalhães, presidente da associação de moradores e amigos de Copacabana, afirmou que está acompanhando o caso de perto. Ele destacou que é comum ver pessoas alimentando os pombos na praça e que a Gerência Executiva Local está investigando as causas das mortes. “Já houve casos semelhantes em outros tempos,” completou.
Entre na conversa da comunidade