Preta Gil, cantora de 50 anos, anunciou em janeiro de 2023 que foi diagnosticada com câncer colorretal. Desde então, ela enfrentou desafios, incluindo o término de seu casamento e a traição do ex-marido. Recentemente, Preta revelou que o câncer voltou e se espalhou para quatro áreas do corpo, por isso ela irá continuar seu tratamento nos Estados Unidos. Apesar das dificuldades, ela recebeu o Prêmio Faz Diferença 2024, reconhecendo sua luta e impacto positivo na vida de outras pessoas. Preta fala sobre a importância da saúde mental e como o apoio da família e amigos a ajudou a enfrentar a dor. Ela também tem sido uma inspiração para muitas mulheres, desmistificando tabus sobre a doença.
Preta Gil, cantora de 50 anos, anunciou que continuará seu tratamento contra câncer colorretal nos Estados Unidos após a recidiva da doença, que se espalhou para quatro regiões do corpo. O diagnóstico inicial foi feito em janeiro de 2023, e desde então, a artista tem enfrentado desafios pessoais e de saúde.
Recentemente, Preta recebeu o Prêmio Faz Diferença 2024 na categoria ELA, reconhecendo sua luta e impacto positivo. Em suas palavras, “esse prêmio mostra que eu fiz a escolha certa em dividir com as pessoas minhas vulnerabilidades e meu sofrimento”. A cantora destacou a importância de levar informação sobre a doença e a necessidade de exames preventivos.
Após um período de tratamento bem-sucedido, Preta anunciou a remissão em dezembro de 2023, mas em agosto de 2024, revelou que o câncer havia retornado. A metástase afetou o sistema linfático, o peritônio e o ureter. Em março de 2024, a artista se submeteu a uma cirurgia e, em seguida, voltou a viver intensamente, participando de eventos como o Carnaval em Salvador.
“Agora entro numa fase difícil, complicada, porque aqui no Brasil a gente já fez tudo o que podia. Agora as minhas chances de cura estão fora do país”, afirmou Preta. A diferença no tratamento entre os Estados Unidos e o Brasil é significativa, com o primeiro oferecendo mais opções e acesso a novas drogas.
A artista, que usa uma bolsa de ileostomia, tem sido uma fonte de inspiração para muitas mulheres que enfrentam a doença. “Entendi bem cedo que um dos propósitos era levar informação e, com a minha história, fazer diferença na vida de outras pessoas”, concluiu Preta.
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