Uma pesquisa do C.S. Mott Children’s Hospital, da Universidade de Michigan, mostrou que metade dos pais americanos diz que seus filhos usam chupetas e um quarto admite que eles chupam o dedo. Esses hábitos são comuns em crianças pequenas e ajudam na auto-regulação emocional. Lauren Finney Harden, mãe de Atlanta, teve dificuldades com a chupeta da filha, mas resolveu a situação com a ajuda da “fada da chupeta”, que trocou a chupeta por adesivos, facilitando a transição. Especialistas, como a Dra. Susan Woolford, afirmam que esses comportamentos são formas de auto-conforto, mas os pais se preocupam sobre quando intervir. A maioria acha que a chupeta deve ser retirada antes dos dois anos, mas a opinião sobre a sucção do dedo varia. O Dr. Sarat Thikkurissy alerta que o uso prolongado pode prejudicar a saúde bucal e a Dra. Dipesh Navsaria menciona que a sucção do dedo pode estar ligada a infecções de ouvido. É recomendado agir cedo, mas com flexibilidade, especialmente se a criança ainda usa chupeta ou chupa o dedo após os quatro anos. Os pais tentam várias estratégias para parar esses hábitos, como limitar o uso da chupeta a momentos de sono ou esconder o objeto. Para a sucção do dedo, muitos tentam desviar a mão da boca. Especialistas sugerem que os pais ajudem as crianças a encontrar novas formas de se acalmar, como usar bichos de pelúcia. A Dra. Woolford destaca a importância de conversar sobre os benefícios de parar com esses hábitos, enquanto a psicóloga Annie Pezalla observa que hábitos antigos podem voltar em momentos de estresse, como o início da escola. A abordagem dos pais deve ser empática, evitando punições e promovendo a segurança emocional da criança, mas muitos buscam conselhos nas redes sociais, o que pode desviar a atenção de sua intuição.
A pesquisa realizada pelo C.S. Mott Children’s Hospital, da Universidade de Michigan, revelou que metade dos pais americanos relatam que seus filhos usam chupetas, enquanto um quarto admite que as crianças têm o hábito de chupar o dedo. Esses comportamentos são comuns em crianças pequenas e ajudam na auto-regulação emocional.
A mãe de Atlanta, Lauren Finney Harden, enfrentou noites sem dormir devido ao uso constante da chupeta por sua filha. Para resolver a situação, ela recorreu à “fada da chupeta”, que trocou a chupeta da criança por um novo pacote de adesivos. A estratégia foi eficaz, com a mãe surpreendida pela facilidade da transição.
Os pediatras, como a Dra. Susan Woolford, destacam que esses hábitos são técnicas de auto-conforto, mas os pais frequentemente se preocupam com o momento certo de intervir. A maioria dos entrevistados acredita que a chupeta deve ser eliminada antes dos dois anos, mas a opinião sobre a sucção do dedo é menos unânime. Um em cada seis pais de crianças que chupam o dedo se arrepende de não ter agido mais cedo.
Intervenção e Saúde
A decisão de interromper esses hábitos não é universal. O Dr. Sarat Thikkurissy, dentista pediátrico, alerta que o uso prolongado pode afetar o desenvolvimento oral e causar problemas de fala. A Dra. Dipesh Navsaria acrescenta que a sucção do dedo pode estar ligada a infecções de ouvido frequentes. A intervenção precoce é recomendada, mas a flexibilidade é importante, especialmente se a criança ainda usa chupeta ou chupa o dedo após os quatro anos.
Os pais adotam diversas estratégias para eliminar esses hábitos. Entre as táticas mais comuns estão limitar o uso da chupeta apenas para dormir, esconder ou “perder” a chupeta e conversar sobre a idade da criança. Para a sucção do dedo, muitos pais optam por desviar a mão da boca e lembrar a criança de parar.
Novas Alternativas
Os especialistas sugerem que os pais ajudem as crianças a desenvolver novas formas de auto-conforto, como o uso de objetos substitutos, como bichos de pelúcia. A Dra. Woolford enfatiza a importância de discutir os benefícios de deixar a chupeta ou parar de chupar o dedo. A psicóloga Annie Pezalla observa que, em momentos de estresse, como o início da escola, é comum que hábitos antigos retornem temporariamente.
A abordagem dos pais deve ser empática, evitando punições e promovendo a segurança emocional da criança. Pezalla alerta que muitos pais buscam orientações nas redes sociais, o que pode desviar a atenção de sua intuição parental.
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