Em janeiro de 2023, Damar Hamlin, jogador do Buffalo Bills, sofreu uma parada cardíaca durante um jogo da NFL, chamando a atenção para a falta de preparo para emergências cardíacas em muitos locais de trabalho nos Estados Unidos. A cada ano, mais de 10 mil pessoas enfrentam paradas cardíacas em ambientes de trabalho, e muitos não se sentem preparados para agir. Dados mostram que 90% das paradas cardíacas fora de hospitais são fatais se não tratadas rapidamente. Após o incidente com Hamlin, a American Heart Association (AHA) notou um aumento na confiança das pessoas em realizar manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Para continuar essa tendência, a AHA se uniu à ADP, uma empresa que oferece serviços de folha de pagamento, para lançar um programa de educação sobre RCP através de um aplicativo usado por milhões de trabalhadores. O objetivo é que mais pessoas se sintam capacitadas a agir em situações de emergência. A ADP já oferece treinamento de RCP em seu aplicativo, que é utilizado por cerca de 14 milhões de trabalhadores mensalmente. Um exemplo do impacto desse treinamento foi quando um coordenador da NFL, após receber instruções de RCP, ajudou a salvar a vida de uma criança que estava se afogando em uma piscina.
Em janeiro de 2023, Damar Hamlin, jogador do Buffalo Bills, sofreu uma parada cardíaca durante um jogo da NFL, evidenciando a falta de preparo para emergências cardíacas em muitos ambientes de trabalho. Anualmente, mais de 10 mil pessoas enfrentam essa situação nos Estados Unidos. Ao contrário de Hamlin, que recebeu atendimento imediato, muitos trabalhadores não têm essa sorte.
Dados da American Heart Association (AHA) revelam que sete em cada dez americanos se sentem incapazes de agir em emergências cardíacas. A situação é alarmante, pois 90% dos casos de parada cardíaca fora de hospitais são fatais, e a cada minuto sem CPR (ressuscitação cardiopulmonar), a chance de sobrevivência diminui em 10%.
Após o incidente com Hamlin, a AHA se uniu a ele para aumentar as taxas de sobrevivência em eventos esportivos. Desde então, a confiança dos espectadores em realizar CPR aumentou de 33% para 39%. Agora, 17,7 milhões de americanos se sentem mais preparados para agir em situações de emergência.
Parceria com a ADP
A AHA se juntou à ADP, uma gigante de folha de pagamento, para melhorar a prontidão para emergências cardíacas em ambientes corporativos. A CEO da AHA, Nancy Brown, destacou que “todos podem ser salvadores de vidas”. A ADP, que atende cerca de um em cada seis trabalhadores americanos, agora oferece educação sobre CPR através de seu aplicativo, utilizado por 14 milhões de trabalhadores mensalmente.
Maria Black, CEO da ADP, afirmou que a empresa pode fazer a diferença não apenas internamente, mas também para seus clientes. O aplicativo inclui um manual e um kit sobre CPR, visando capacitar os trabalhadores. Black enfatizou que, mesmo que a situação não ocorra, “se isso mudar apenas uma vida, é incrível”.
A AHA também compartilhou um exemplo de impacto: após treinamento em CPR e desfibriladores automáticos externos (AED) para equipes da NFL, o coordenador defensivo dos Los Angeles Rams, Raheem Morris, conseguiu salvar a vida de uma criança que se afogava em Las Vegas, graças ao seu treinamento. Brown ressaltou que “não há tempo a perder para salvar alguém”.
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