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Brasil lança Coalizão Global para fortalecer produção local de tecnologias em saúde

Coalizão Global para Produção Local e Regional é lançada para fortalecer a produção de saúde e combater a dengue em países em desenvolvimento.

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A Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo foi criada na 78ª Assembleia Mundial da Saúde, com o objetivo de aumentar a produção de tecnologias em saúde. O Brasil, junto com outros países como França, Reino Unido e Alemanha, é um dos membros fundadores. O primeiro projeto da Coalizão será focado no desenvolvimento de tratamentos para a dengue, uma doença que afeta muitos países tropicais. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a Coalizão busca melhorar o acesso a vacinas e tratamentos para populações vulneráveis e que os projetos futuros serão definidos com base nas necessidades dos países envolvidos. O Brasil liderará a Coalizão nos primeiros dois anos, buscando fortalecer a produção local de produtos de saúde e promover parcerias internacionais. A iniciativa também poderá ser adaptada para enfrentar outras doenças e emergências de saúde no futuro.

A Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo foi oficialmente criada durante a 78ª Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça, no dia 20 de maio de 2025. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresentou a Carta de Genebra, que formaliza a iniciativa. O foco inicial da Coalizão será o combate à dengue e o fortalecimento da capacidade de produção de saúde.

Os países fundadores incluem Brasil, França, Reino Unido, União Europeia, Turquia, Alemanha, Indonésia e África do Sul. Padilha destacou que a Coalizão busca promover o acesso a vacinas e tratamentos para doenças negligenciadas, especialmente em populações vulneráveis. “A Coalizão representa uma oportunidade única para enfrentar desigualdades em saúde”, afirmou.

Projetos e Estrutura

O primeiro projeto da Coalizão será voltado para o desenvolvimento de tratamentos inovadores contra a dengue, uma doença que tem se espalhado devido às mudanças climáticas. O Brasil liderará a Coalizão nos primeiros dois anos, com a coordenação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (SECTICS).

A Coalizão funcionará por meio de parcerias voluntárias e projetos concretos, envolvendo países do G20 e organizações internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS). A agenda será coordenada pelo Ministério da Saúde, que articulará com parceiros técnicos e políticos para avançar os projetos.

Objetivos e Impacto

Além de promover o acesso a tecnologias de saúde, a Coalizão poderá ser redirecionada para outras doenças e emergências sanitárias. A secretária da SECTICS, Fernanda De Negri, ressaltou que a iniciativa busca alinhar capacidade produtiva, transferência de tecnologia e demanda estruturada. “Vamos promover acesso equitativo a tecnologias em saúde com base em prioridades regionais e evidências técnicas”, afirmou.

A criação da Coalizão é um marco importante na luta contra as desigualdades em saúde, com potencial para impactar positivamente a produção local e regional de tecnologias em saúde.

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