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Estudo revela que características do cérebro podem prever declínio cognitivo, enquanto novo sistema acelera análise de financiamento científico.

Uma ressonância magnética do cérebro (imagem, colorida artificialmente) pode detalhar o risco de perda de memória e outras dificuldades cognitivas. (Foto: Zephyr/SPL)
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  • Um estudo recente analisou mais de 50 mil imagens de ressonância magnética e identificou que características do cérebro, como a espessura do córtex cerebral, podem prever a velocidade do declínio cognitivo.
  • A pesquisa visa desenvolver “relógios” que determinem a idade biológica das pessoas.
  • O biólogo computacional Mahdi Moqri destacou que a imagem cerebral fornece informações diretas sobre o envelhecimento estrutural, que não são captadas por biomarcadores sanguíneos ou moleculares.
  • Um novo sistema de revisão por pares, chamado de revisão por pares distribuída, foi implementado para acelerar a análise de pedidos de financiamento, reduzindo o tempo de revisão em mais de 50%.
  • Essas inovações são importantes em um contexto de desafios financeiros para a ciência, como os cortes orçamentários na administração anterior dos Estados Unidos.

Um estudo recente analisou mais de 50.000 imagens de ressonância magnética e revelou que características do cérebro, como a espessura do córtex cerebral, podem prever a velocidade do declínio cognitivo. Essa pesquisa é parte de um esforço para desenvolver “relógios” que determinem a idade biológica de uma pessoa. O biólogo computacional Mahdi Moqri destacou que a imagem cerebral oferece insights diretos sobre o envelhecimento estrutural, informações que biomarcadores sanguíneos ou moleculares não conseguem captar.

Além disso, um novo sistema de revisão por pares, chamado de revisão por pares distribuída, foi implementado para acelerar o processo de análise de pedidos de financiamento. Esse método reduz o tempo de revisão em mais de 50%, eliminando a necessidade de buscar revisores externos. Em um teste inicial, os participantes revisaram apenas propostas de pesquisadores concorrendo a um fundo diferente, evitando assim possíveis conluios.

Essas inovações são cruciais em um momento em que a ciência enfrenta desafios, como os cortes orçamentários na administração do ex-presidente Donald Trump, que resultaram em demissões e redução de comitês consultivos nas Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos EUA. A presidente da academia, Marcia McNutt, mencionou um “dilema faustiano”, onde desafiar a administração poderia comprometer a organização.

Essas descobertas e mudanças no financiamento científico refletem a necessidade de novas abordagens para entender o envelhecimento e a saúde mental, além de garantir que a pesquisa continue a avançar em tempos de incerteza.

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