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Famosas compartilham experiências sobre menopausa e climatério sem tabus

Atrizes como Claudia Raia e Naomi Watts promovem o autocuidado e a visibilidade feminina durante a menopausa, desafiando estigmas.

Mulheres famosas usam sua visibilidade para falar abertamente sobre o que vivem após os 45 (Foto: Reprodução/Instagram)
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  • A menopausa, historicamente vista como um marco negativo, está ganhando uma nova perspectiva com o compartilhamento de experiências por atrizes como Claudia Raia e Naomi Watts.
  • Claudia Raia, aos 58 anos, falou sobre os desafios da menopausa, como insônia e alterações de humor, e destacou a importância do autocuidado.
  • Naomi Watts, de 56 anos, entrou na perimenopausa aos 36 e agora lidera campanhas para combater a invisibilidade feminina após os 50 anos.
  • Adriane Galisteu, de 51 anos, também comentou sobre os sintomas da menopausa e ressaltou que “informação é poder”.
  • A busca por tratamentos, como o protocolo de bioestimulação Harmonize Gold, reflete o desejo de viver essa fase com autenticidade e confiança.

Por muito tempo, a menopausa foi considerada um marco negativo na vida da mulher, simbolizando o fim da fertilidade e da juventude. No entanto, essa visão está mudando, especialmente com a coragem de atrizes como Claudia Raia e Naomi Watts, que compartilham suas experiências e promovem o autocuidado nessa fase.

Claudia Raia, aos 58 anos, revelou ao GLOBO os desafios da menopausa, como insônia e alterações de humor. A atriz enfatizou a importância de ouvir o próprio corpo e cuidar de si mesma. Recentemente, ela também mencionou o uso de fios de colágeno para lidar com a flacidez facial. Por sua vez, Naomi Watts, de 56 anos, entrou na perimenopausa aos 36 e agora lidera campanhas que combatem a invisibilidade feminina após os 50 anos. A atriz afirmou à Vogue Brasil que essa fase não diminui a feminilidade, mas representa uma mudança.

No Brasil, Adriane Galisteu, de 51 anos, também se manifestou sobre os sintomas da menopausa, como os “calorões” e a oscilação de humor. Ela destacou a importância da informação para lidar com as transformações do corpo, afirmando que “informação é poder”.

Impactos na Autoestima

Os sintomas mais conhecidos da menopausa incluem insônia e ondas de calor, mas um aspecto menos discutido é a queda na produção de colágeno. Estudos indicam que essa perda pode chegar a 30% nos primeiros cinco anos após a última menstruação, resultando em flacidez e rugas mais profundas. Essa transformação afeta não apenas a aparência, mas também a autoestima das mulheres.

Com isso, cresce o interesse por tratamentos que respeitem a individualidade. Um exemplo é o Harmonize Gold, um protocolo de bioestimulação que estimula a produção de colágeno de forma gradual e natural. A dermatologista Gina Matzenbacher explica que o tratamento não altera a expressão facial, mas promove hidratação e firmeza ao longo do tempo.

Uma Nova Perspectiva

A busca por equilíbrio hormonal e saúde da pele reflete um desejo de viver a menopausa com autenticidade e confiança. Essa fase não deve ser vista como um fim, mas como um recomeço, onde é possível brilhar com ciência e liberdade.

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