- A atriz Gabz adotou um corte de cabelo curto para interpretar a protagonista Eduarda na nova novela “Coração Acelerado”.
- A trama se passa na cidade fictícia de Bom Retorno, próxima a Goiânia, e explora o universo sertanejo.
- Gabz expressou sua empolgação com a transformação e mencionou seu apreço por artistas do gênero, como Maria Mendonça e Maiara e Maraísa.
- A atriz está realizando uma pesquisa para resgatar referências negras no sertanejo, destacando a importância da diversidade na narrativa.
- A novela, escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, começará a ser gravada em outubro.
Gabz radicalizou seu visual ao adotar um corte de cabelo curto para interpretar a protagonista Eduarda na nova novela “Coração Acelerado”, que estreia em breve na TV Globo. A trama, ambientada na fictícia cidade de Bom Retorno, nos arredores de Goiânia, explorará o universo sertanejo. Em entrevista à Glamour, a atriz expressou sua empolgação com a transformação: “Estou me sentindo superpoderosa, maravilhosa.”
A novela, escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, terá suas gravações iniciadas em outubro. Gabz já se dedica à preparação para o papel, mergulhando na cultura sertaneja. “Estou apaixonada. Já gostava bastante e escutava Maria Mendonça. Amo também Maiara e Maraísa,” afirmou.
Pesquisa e Referências
Além de se aprofundar na cultura sertaneja, Gabz está realizando uma pesquisa para resgatar referências negras dentro do gênero. “Estou fazendo uma pesquisa grande pra encontrar e resgatar os negros desse gênero,” explicou. A atriz destacou a importância de representar a diversidade, mencionando artistas como Cascatinho e Guiana, que fazem parte dessa rica história.
A festa de lançamento da H&M no Brasil, realizada em São Paulo, foi o cenário para Gabz compartilhar suas expectativas sobre o novo projeto. A atriz enfatizou que sua personagem é uma menina negra que deseja seguir a cultura sertaneja, ressaltando a relevância de trazer à tona essas narrativas. Com essa abordagem, “Coração Acelerado” promete não apenas entreter, mas também enriquecer o debate sobre representatividade na televisão.
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