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Walter Salles revela sua lista dos 10 melhores filmes de todos os tempos

Walter Salles revela sua lista de melhores filmes, destacando "Vidas Secas" e a influência de clássicos do cinema mundial

Walter Salles, diretor de 'Central do Brasil' e 'Ainda Estou Aqui' (Foto: Silvana Garzaro|ESTADAO)
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  • O diretor brasileiro Walter Salles divulgou sua lista dos 10 melhores filmes de todos os tempos.
  • A seleção foi feita para o ranking de 2022 da revista britânica Sight and Sound.
  • Salles escolheu “Vidas Secas” (1963), de Nelson Pereira dos Santos, como seu filme principal.
  • Outros filmes significativos mencionados incluem “Close-Up” e “Where is the Friend’s House”.
  • A lista também inclui clássicos como “Era uma Vez em Tóquio”, “A Paixão de Joana D’Arc”, “Acossado” e “Profissão: Repórter”.

Walter Salles, diretor brasileiro conhecido por obras como Central do Brasil e Ainda Estou Aqui, divulgou sua lista dos 10 melhores filmes de todos os tempos. A seleção foi feita para o ranking de 2022 da revista britânica Sight and Sound, que atualiza suas listas a cada década.

Entre os 460 cineastas convidados a participar, Salles destacou Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, como sua escolha principal. O filme, que retrata a luta de uma família nordestina contra a pobreza e a seca, é baseado na obra literária de Graciliano Ramos. O diretor expressou a dificuldade de limitar suas escolhas, mencionando que outros filmes, como Close-Up e Where is the Friend’s House, também são muito significativos para ele.

Clássicos na Seleção

Além de Vidas Secas, a lista de Salles inclui clássicos como Era uma Vez em Tóquio (1953), de Yasujiro Ozu, e A Paixão de Joana D’Arc (1927), de Carl Theodor Dreyer. O cineasta também citou Acossado (1960), de Jean-Luc Godard, e Profissão: Repórter (1975), de Michelangelo Antonioni, como obras que marcaram sua trajetória.

Salles comentou que, se a lista pudesse ser ampliada, cineastas como Stanley Kubrick, Alfred Hitchcock e Ernst Lubitsch estariam presentes. A seleção reflete não apenas suas preferências pessoais, mas também a influência de grandes obras que moldaram a história do cinema.

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