- Darren Aronofsky estreia “Ladrões”, uma adaptação do romance *Caught Stealing*, de Charlie Huston, no dia 28 de setembro.
- O filme se passa em Nova York e acompanha um ex-jogador de beisebol, interpretado por Austin Butler, que enfrenta dificuldades após um acidente.
- O protagonista trabalha em um bar e encontra apoio em sua namorada Yvonne, vivida por Zoë Kravitz, enquanto gangues ucranianas ameaçam seu melhor amigo.
- Diferente de seus filmes anteriores, “Ladrões” é uma obra de ação com referências à cultura dos anos 90 e uma trilha sonora punk rock.
- Aronofsky também inaugurou um estúdio para explorar a inteligência artificial na produção de curtas-metragens.
Darren Aronofsky estreia “Ladrões”, uma adaptação leve e divertida do romance *Caught Stealing*, de Charlie Huston, nesta quinta-feira, 28 de setembro. O filme, ambientado em Nova York, segue um ex-jogador de beisebol, interpretado por Austin Butler, que enfrenta uma série de desafios após um grave acidente que arruinou seus sonhos.
O protagonista, que trabalha em um bar, encontra alegria em sua namorada Yvonne, vivida por Zoë Kravitz. A trama se complica quando gangues ucranianas começam a perseguir seu melhor amigo. Aronofsky busca oferecer uma experiência cinematográfica que permita ao público esquecer seus problemas por duas horas, conforme declarou em uma masterclass no México.
Estilo e Temática
Diferente de seus trabalhos anteriores, que frequentemente exploram temas existenciais e traumas, “Ladrões” é marcado por ação e referências à cultura dos anos 90, com uma trilha sonora punk rock. O diretor, conhecido por filmes como *Cisne Negro* e *A Baleia*, afirma que, embora sua equipe buscasse significados profundos nas gravações, seu objetivo era criar algo divertido.
Aronofsky destaca que, apesar de suas obras anteriores serem densas, ele queria se prender a um gênero específico desta vez, o de crime. “Sempre misturei gêneros, mas desta vez quis fazer algo estritamente dentro de um gênero”, afirmou.
Nova York e Nostalgia
O filme também é uma homenagem a Nova York, onde Aronofsky cresceu. Ele menciona a importância de reviver a cidade dos anos 90, um período que considera o ápice da humanidade, marcado por transformações culturais significativas. “Tive o prazer de colocar as Torres Gêmeas de volta ao mapa”, disse, referindo-se ao significado emocional que elas têm para muitos nova-iorquinos.
Além de “Ladrões”, Aronofsky inaugurou um estúdio para explorar a inteligência artificial na produção de curtas-metragens, refletindo sobre a evolução da criação cinematográfica. O diretor, que já enfrentou críticas polarizadas em sua carreira, continua a desafiar expectativas e a explorar novas narrativas.
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