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Documentário revela a trajetória do movimento teatral em Manaus na Amazônia

Documentário destaca a resistência cultural do Teatro Experimental do Sesc e sua importância na valorização da cultura amazônica

Documentário, lançado nesta quarta-feira, 27, resgata a história de um dos principais movimentos teatrais de Manaus (Foto: Divulgação)
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  • O documentário “A Amazônia como palco” estreia no Teatro Amazonas em 27 de agosto, com entrada gratuita.
  • A obra resgata a trajetória do Teatro Experimental do Sesc (TESC), que atuou como resistência cultural durante a ditadura militar no Brasil.
  • O filme aborda a fase inicial do TESC, de 1968 a 1982, e destaca a valorização da cultura regional e indígena.
  • O diretor Gustavo Soranz afirma que o documentário preserva a história do TESC para futuras gerações.
  • O filme estará disponível na plataforma SOMMOS AMAZÔNIA a partir de 28 de agosto.

O documentário “A Amazônia como palco” estreia no Teatro Amazonas nesta quarta-feira, 27 de agosto, com entrada gratuita. A obra resgata a trajetória do Teatro Experimental do Sesc (TESC), que atuou como resistência cultural durante a ditadura militar no Brasil, e estará disponível na plataforma SOMMOS AMAZÔNIA a partir de 28 de agosto.

O filme foca na fase inicial do TESC, entre 1968 e 1982, quando o grupo questionou a euforia da Zona Franca de Manaus e valorizou a cultura regional e indígena. Com a liderança de figuras como Márcio Souza e Aldisio Filgueiras, o TESC produziu peças que criticavam a realidade da época, como “A Paixão de Ajuricaba” e “Tem Piranha no Pirarucu”. Essas obras deixaram um legado significativo na dramaturgia brasileira.

Legado Cultural

O documentário inclui depoimentos de artistas e intelectuais que fizeram parte do TESC, como Nielson Menão e Ednelza Sahdo, além de registros de peças e do grupo musical A Gente, criado no TESC. O lançamento ocorre um ano após a morte de Márcio Souza, um dos principais nomes do grupo e autor de obras marcantes na literatura amazonense.

Gustavo Soranz, diretor do documentário, destaca que a obra “resgata e preserva a história do TESC para as futuras gerações”, oferecendo um material valioso para novos artistas e pesquisadores. O longa se junta ao acervo da SOMMOS AMAZÔNIA, que já possui 300 filmes, incluindo produções premiadas e clássicos da cinematografia amazônica.

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