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Amigos espanhóis lançam suas óperas primas no festival de Veneza com grande sucesso

Cineastas estreiam filmes no Festival de Veneza e destacam a força de narrativas sensoriais e universais em meio a desafios comerciais

Jaume Claret Muxart durante a apresentação de 'Estrany Riu' em Veneza (Foto: Reprodução)
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  • Jaume Claret Muxart e Gabriel Azorín estreiam seus filmes no Festival de Veneza.
  • Claret Muxart apresenta “Estrany Riu”, que explora a busca de identidade de um adolescente.
  • Azorín exibe “Anoche conquisté Tebas”, inspirado em uma experiência pessoal em termas romanas.
  • Ambos os filmes abordam temas universais e experiências sensoriais, apesar das dificuldades comerciais.
  • A cineasta equatoriana Ana Cristina Barragán também participa do festival com o filme “Hiedra”.

Jaume Claret Muxart e Gabriel Azorín, amigos e cineastas, estreiam seus filmes no Festival de Veneza. As obras, “Estrany Riu” e “Anoche conquisté Tebas”, abordam temas universais e experiências sensoriais, apesar das dificuldades comerciais esperadas.

Os cineastas se conheceram em 2018 na escola de cinema Elías Querejeta, em San Sebastián. Desde então, desenvolveram seus projetos de longa-metragem, ajudando-se mutuamente ao longo do processo. Claret Muxart, de 27 anos, destaca a força emocional de seu filme, que explora a busca de identidade de um adolescente em meio a paisagens naturais. “Estrany Riu” será lançado nas salas espanholas em 3 de outubro.

Por sua vez, Azorín, de 44 anos, se inspirou em uma experiência pessoal em termas romanas para criar “Anoche conquisté Tebas”. O filme, descrito como “radical”, apresenta uma narrativa introspectiva, com diálogos em português e latim, refletindo sobre a vulnerabilidade masculina e a conexão humana. A obra foi bem recebida na seção Giornate degli Autori.

Ambos os diretores enfrentam desafios no mercado, mas acreditam que suas histórias encontrarão um público. Claret Muxart e Azorín compartilham uma visão sobre a importância de abordar temas universais, mesmo que suas obras venham de contextos diferentes. O diretor acadêmico da EZQE, Carlos Mugiro, ressalta a emergência de uma nova geração de cineastas, unida por processos criativos coletivos.

Além de Claret Muxart e Azorín, a cineasta equatoriana Ana Cristina Barragán, ex-aluna da mesma escola, também apresenta seu filme “Hiedra” no festival, evidenciando a força da nova geração de cineastas.

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