- O relançamento comemorativo de “Tubarão” alcançou o segundo lugar nas bilheteiras americanas, arrecadando US$ 9,8 milhões.
- O filme foi exibido em 3,2 mil cinemas e ficou atrás apenas do terror “A hora do mal”, que arrecadou US$ 12,4 milhões.
- O sucesso de “Tubarão” ocorre em um cenário de queda nas receitas de Hollywood, que estão abaixo dos US$ 3,67 bilhões de 2022.
- O filme superou estreias recentes, como “Ladrões”, que deve arrecadar US$ 9,5 milhões, e “Uma sexta-feira mais louca ainda!”, com previsão de US$ 8,3 milhões.
- “Tubarão” revolucionou o cinema e a percepção do público sobre tubarões e filmes de terror, estabelecendo o conceito de blockbuster moderno.
Meio século após seu lançamento, “Tubarão” de Steven Spielberg, continua a impactar o cinema. O relançamento comemorativo do filme, realizado durante o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, alcançou o segundo lugar nas bilheteiras americanas, arrecadando US$ 9,8 milhões. O filme de 1975, exibido em 3,2 mil cinemas, ficou atrás apenas do terror “A hora do mal”, que liderou as bilheteiras com US$ 12,4 milhões.
O sucesso de “Tubarão” em um cenário de bilheteiras em queda acendeu um alerta em Hollywood, onde as receitas de 2023 estão abaixo dos US$ 3,67 bilhões do ano anterior. O filme superou estreias recentes, como “Ladrões”, novo projeto de Darren Aronofsky, que deve arrecadar US$ 9,5 milhões, e “Uma sexta-feira mais louca ainda!”, da Disney, com previsão de US$ 8,3 milhões.
“Tubarão” não apenas revolucionou a indústria cinematográfica, mas também alterou a percepção do público sobre tubarões e filmes de terror. Com um orçamento de US$ 7 milhões, a obra fez filas nos cinemas e estabeleceu o conceito de “filme de verão”. O crítico Marcelo Janot destaca que o filme “inaugura a era do blockbuster moderno”, mostrando que “o medo do que você não vê é muito maior do que aquele que você vê”.
A trilha sonora minimalista de John Williams e a perspectiva do tubarão na câmera criaram uma experiência única e aterrorizante para os espectadores. O impacto de “Tubarão” ainda é sentido, provando que, mesmo após 50 anos, o filme continua a ser um marco na história do cinema.
Entre na conversa da comunidade