- O trailer do documentário Megadoc mostra os desafios da produção do filme Megalopolis, de Francis Ford Coppola.
- O projeto custou R$ 120 milhões do próprio bolso do diretor e conta com um elenco que inclui Adam Driver e Shia LaBeouf.
- Coppola discute a importância de debater o futuro dos Estados Unidos, afirmando que o filme não resolverá os problemas, mas é necessário conversar sobre eles.
- O documentário, dirigido por Mike Figgis, revela conflitos entre Coppola e LaBeouf, além de entrevistas com membros do elenco, como Aubrey Plaza.
- George Lucas, amigo de Coppola, também participa, destacando as diferenças em suas abordagens criativas.
Francis Ford Coppola, renomado diretor, revela os desafios da produção de seu filme *Megalopolis* no trailer do documentário *Megadoc*, que estreia em 19 de setembro. O projeto, que custou $120 milhões de seu próprio bolso, conta com um elenco de estrelas, incluindo Adam Driver e Shia LaBeouf.
No trailer, Coppola discute sua visão sobre o futuro dos Estados Unidos e a importância de iniciar conversas sobre a divisão do país. Ele afirma: “Esta película não vai curar nossos males, mas precisamos falar sobre o futuro”. O diretor também menciona que seu objetivo é criar um diálogo que ajude a enfrentar os desafios atuais.
*Megadoc*, dirigido por Mike Figgis, oferece um olhar íntimo sobre a produção, incluindo os conflitos entre Coppola e LaBeouf. O trailer destaca momentos tensos, como Coppola gritando: “Eu fiz isso por 50 anos”. Figgis teve acesso exclusivo ao processo criativo e entrevistou diversos membros do elenco, incluindo a atriz Aubrey Plaza, que descreve o roteiro como “um pesadelo”.
George Lucas, amigo de longa data de Coppola, também aparece no documentário, contrastando seu estilo metódico com a abordagem mais impulsiva do diretor. Ele o descreve como “o oposto de mim”, ressaltando a diferença em suas filosofias de trabalho.
Coppola conclui o trailer com uma reflexão sobre seu legado: “Quem se importa se você morre sem dinheiro, se fez algo que considera belo?” O documentário promete não apenas entreter, mas também provocar discussões significativas sobre a arte e a sociedade.
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