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Longa sobre ortotanásia com Laura Proença e Humberto Martins estreia em breve

Filme provoca reflexões sobre a ortotanásia e a complexidade das relações familiares, com atuações de Humberto Martins e Laura Proença.

Irmãos aparecem juntos em cena de filme (Foto: Reprodução)
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  • O filme “Deixe-me Viver” aborda a ortotanásia, permitindo que pacientes terminais vivam seus últimos momentos sem intervenções que prolonguem a vida.
  • A produção é dirigida por Mônica Carvalho e está sendo filmada em Trancoso, na Bahia.
  • O elenco conta com Humberto Martins e Laura Proença, que interpreta a personagem Lana.
  • A trama gira em torno de irmãos em conflito, com destaque para a profundidade do embate entre os personagens.
  • O filme visa provocar reflexões sobre a vida e a morte, especialmente em um contexto de dor pessoal, já que Laura Proença perdeu recentemente seu pai.

A ortotanásia, prática que permite a pacientes terminais viverem seus últimos momentos sem intervenções que prolonguem a vida, será tema do filme “Deixe-me Viver”. A produção, sob a direção de Mônica Carvalho, está sendo filmada em Trancoso, na Bahia, e conta com Humberto Martins e Laura Proença no elenco.

No longa, os atores interpretam irmãos em conflito. Laura Proença, que vive a personagem Lana, descreve sua atuação como uma oportunidade de explorar uma figura forte e libertadora, em contraste com seu irmão Albert, interpretado por Martins. A atriz destaca a profundidade do embate entre os personagens e a relevância da discussão sobre ortotanásia.

Laura, que recentemente perdeu seu pai, o pianista Miguel Proença, traz uma carga emocional à sua interpretação. O filme busca não apenas entreter, mas também provocar reflexões sobre a vida e a morte, temas que se tornam ainda mais significativos em momentos de dor pessoal.

A produção de “Deixe-me Viver” reflete uma crescente atenção ao tema da ortotanásia na sociedade, que enfrenta dilemas éticos e emocionais em relação ao fim da vida. A obra promete ser um importante veículo para discutir essas questões, trazendo à tona a complexidade das decisões que envolvem a morte digna.

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