- Cleiton Morais, conhecido por Malhação, interpreta a drag queen Lola no filme Estranhos Na Noite, que estreia nos cinemas em 16 de outubro; ele também faz Tobias em Êta Mundo Melhor.
- A preparação envolveu mergulho no universo da expressão e identidade, com experiência em boates GLS de Curitiba ajudando na compreensão da cultura drag.
- O processo foi rápido: somente dez dias entre o convite e o início das gravações.
- O ator precisou emagrecer para ficar confortável nos vestidos da personagem, afirmando que “tive que ir além do limite para me sentir digna de ficar linda nos vestidos”.
- A experiência reforça a versatilidade de Morais, que comenta ter a oportunidade de atuar sem meias palavras e sem julgamentos, explorando uma nova faceta artística.
Cleiton Morais, conhecido por seu papel em Malhação, agora se destaca como a drag queen Lola no filme *Estranhos Na Noite*, que estreia nos cinemas em 16 de outubro. Atualmente, ele interpreta Tobias na novela *Êta Mundo Melhor*, mas o novo desafio cinematográfico exige dele uma transformação intensa.
Para dar vida à personagem, Cleiton precisou se aprofundar em um universo de expressão e identidade. Sua experiência em boates GLS de Curitiba, onde trabalhou na juventude, foi essencial para compreender a cultura drag. “O convívio com drags foi intenso e me ajudou na preparação”, afirma o ator. Ele destacou que a vivência anterior possibilitou uma troca rica de experiências.
Desafios da Preparação
A preparação para o papel foi intensa e rápida, com apenas dez dias entre o convite e o início das gravações. Cleiton enfrentou o desafio de emagrecer para se sentir confortável nos trajes da personagem. “Emagrecer foi a maior dificuldade. Tive que ir além do limite para me sentir digna de ficar ‘linda’ nos vestidos”, revela. O ator, que já é naturalmente magro, precisou unir suas ferramentas artísticas em um processo de concentração e descoberta.
Além das dificuldades físicas, atuar como Lola proporcionou a Cleiton uma oportunidade de explorar sua versatilidade como artista. “A Lola me deu a oportunidade de explodir em cena, sem meias palavras e sem julgamentos”, conclui. A experiência reafirma sua identidade como um artista em constante evolução.
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