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Mostra brasileira exibe dramas do cotidiano, vampiros e fim do mundo

Mostra reúne dramas cotidianos, vampiros e fim do mundo; destaques incluem O Filho de Mil Homens, adaptação de Valter Hugo Mãe, e Sexa, de Glória Pires

Cena do filme 'Itacoatiaras', em cartaz na 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
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  • A 49ª Mostra de Cinema de São Paulo traz uma seleção diversa de filmes nacionais, com dramas cotidianos, terror e trabalhos autorais, incluindo documentários.
  • O Filho de Mil Homens, adaptação do livro de Valter Hugo Mãe, é destaque da mostra, produzido pela Netflix.
  • Love Kills, filme de vampiros ambientado em São Paulo, figura entre as estreias da programação.
  • Gloria Pires dirige Sexa e Leandra Leal apresenta o documentário Nada a Fazer, consolidando a presença de atrizes consagradas na mostra.
  • A curadoria também inclui títulos como 90 Decibéis, Assalto à Brasileira, Copinha, Malaika e Dolores, entre outros.

A 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo apresenta uma seleção de filmes brasileiros que vão de dramas cotidianos a thrillers, passando por vampirismo e ficção sobre o fim do mundo. Entre eles, destaca-se O Filho de Mil Homens, adaptação de Valter Hugo Mãe, produzida pela Netflix. O conjunto reflete ecletismo e renovação no cinema nacional.

A programação reúne nomes consolidados e novas vozes. Há trabalhos de Leandra Leal e Gloria Pires na direção, além de documentários que registram debates sobre raça, identidade e memória. A oferta combina narrativas urbanas, histórias de família e ficções que dialogam com a realidade social brasileira.

Programação em destaque

  • 90 Decibéis: Brasil, 2025. Dir.: Fellipe Barbosa. Com: Benedita Casé. Mulher enfrenta surdez e reinventa sua vida. Dias 18 e 24. 92 min. 12 anos.
  • Assalto à Brasileira: Brasil, 2025. Dir.: José Eduardo Belmonte. Com Murilo Benício, Christian Malheiros. Reflete caso real do Banestado e o risco de reféns. Dias 27 e 28. 90 min. 12 anos.
  • Cadernos Negros: Brasil, 2025. Dir.: Joel Zito Araújo. 73 min. Debate sobre a literatura negra no Brasil desde 1978.
  • Copinha: Brasil, 2025. Dir.: Joaquim Salles. 77 min. Documentário sobre a primeira participação do time de Macapá na Copinha.
  • Criadas: Brasil, 2025. Dir.: Carol Rodrigues. 107 min. Encontro entre gerações e raças em conflito de memórias.
  • Dolores: Brasil, 2025. Dir.: Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes. 84 min. Mulher de 65 anos sonha com cassino; a trama envolve família e prisões.
  • Eu Não Te Ouço: Brasil, 2025. Dir.: Caco Ciocler. 71 min. Conflitos entre crenças opostas em encontro entre duas pessoas.
  • O Filho de Mil Homens: Brasil, 2025. Dir.: Daniel Rezende. 126 min. Pescador busca família; adaptação de Valter Hugo Mãe.
  • Gravidade: Brasil, 2025. Dir.: Leo Tabosa. 90 min. Mãe e filha isoladas vivem fim de mundo iminente.
  • Itacoatiaras: Brasil, 2025. Dir.: Patricia Goùvea e Sérgio Andrade. 71 min. Diálogo entre Itacoatiara (AM) e Itacoatiara (RJ).
  • Love Kills: Brasil, 2025. Dir.: Luiza Shelling Tubaldini. 95 min. Vampira em São Paulo envolve um garçom.
  • Malaika: Brasil, 2025. Dir.: André Morais. 85 min. Adolescente albina enfrenta identidade e luz solar.
  • Nada a Fazer: Brasil, 2025. Dir.: Leandra Leal. 87 min. Covid, leitura de Esperando Godot, transformação familiar.
  • Papagaios: Brasil, 2025. Dir.: Douglas Soares. 90 min. Busca pela fama revela derivas da mídia.
  • Ruas da Glória: Brasil, 2024. Dir.: Felipe Sholl. 109 min. Amor e desaparecimento no Rio e Recife.
  • Sexa: Brasil, 2025. Dir.: Glória Pires. 90 min. Envelhecimento feminino e encontros geracionais.

Notas sobre a seleção

  • A lista contempla títulos de diferentes formatos — documentários, ficções e obras de autoras consagradas.
  • A curadoria privilegia temas sociais, identidades, memória e o cotidiano brasileiro, com linguagem direta e informativa.
  • A programação inclui sessões em espaços como Reserva Cultural, Cinemateca e Espaço Petrobras de Cinema, com datas distribuídas ao longo do mês.

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